O apóstolo Paulo desejava ardentemente a glória celestial (v. 2), mas,
enquanto esperava por ela, com o mesmo ardor procurava ser agradável ao Senhor
(v. 9). Não vivia mais para si mesmo; com o corpo e com a alma, ele era escravo
de Cristo, que por ele morreu e ressuscitou (v. 15). O Senhor o havia chamado -
bem como a todo o redimido - para ocupar uma altíssima função: a de embaixador
do soberano Deus, a fim de oferecer, da parte dEle, a reconciliação ao mundo. No
intuito de cumprir essa missão e persuadir os homens, duas grandes razões
impulsionavam o apóstolo: a consciência do juízo, pois ele conhecia o temor
devido ao Senhor (v. 11); e o amor de Cristo pelos homens, amor sem o qual o
mais eloqüente dos pregadores não é mais do que o bronze que ressoa (v. 14; 1
Coríntios 13:1).
Em que consiste a mensagem da reconciliação? Cristo, o único homem sem
pecado, foi identificado na cruz com o próprio pecado, a fim de expiá-lo. Assim,
pela graça, Deus anulou o pecado que nos separava dEle (v. 21). "As cousas
antigas já passaram." Deus não as conserta. Ele se agrada em fazê-las novas,
sim, em fazer de cada crente uma nova criatura (v. 17). Mas, antes de tudo, você
está reconciliado com Ele?
jueves, 27 de setiembre de 2012
miércoles, 26 de setiembre de 2012
Lição Bíblica
2 Coríntios 4.16-18
16 Por isso, não desanimamos; pelo contrário, mesmo que o nosso homem exterior se corrompa, contudo, o nosso homem interior se renova de dia em dia.
17 Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação,
18 não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas.
2 Coríntios 5.1-10
1 Sabemos que, se a nossa casa terrestre deste tabernáculo se desfizer, temos da parte de Deus um edifício, casa não feita por mãos, eterna, nos céus.
2 E, por isso, neste tabernáculo, gememos, aspirando por sermos revestidos da nossa habitação celestial;
3 se, todavia, formos encontrados vestidos e não nus.
4 Pois, na verdade, os que estamos neste tabernáculo gememos angustiados, não por querermos ser despidos, mas revestidos, para que o mortal seja absorvido pela vida.
5 Ora, foi o próprio Deus quem nos preparou para isto, outorgando-nos o penhor do Espírito.
6 Temos, portanto, sempre bom ânimo, sabendo que, enquanto no corpo, estamos ausentes do Senhor;
7 visto que andamos por fé e não pelo que vemos.
8 Entretanto, estamos em plena confiança, preferindo deixar o corpo e habitar com o Senhor.
9 É por isso que também nos esforçamos, quer presentes, quer ausentes, para lhe sermos agradáveis.
10 Porque importa que todos nós compareçamos perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o bem ou o mal que tiver feito por meio do corpo.
Quanto cuidado nós dispensamos para conservar e aprimorar o "nosso homem exterior"! (v. 16). Que bom seria se o "nosso homem interior" fosse tão bem tratado como o exterior! O que renovava o coração do apóstolo era esse eterno peso de glória, sem nenhuma comparação com as tribulações que estava passando. Andando "por fé" e não por vista (v. 7), com os olhos da alma fixados nas coisas que não se vêem, mas que são eternas, ele desfrutava do penhor do Espírito (v. 5). Esta é a razão pela qual o apóstolo não desfalecia (4:1 e 16).
A idéia do tribunal de Cristo deveria produzir constantemente em nosso coração muito temor e ardor! Nossa salvação está assegurada; não compareceremos para condenação, mas, como num filme, nossa vida inteira será mostrada, revelando tudo o que fizemos, "o bem ou o mal", e então receberemos o nosso galardão. Porém, ao mesmo tempo, o Senhor nos mostrará como a Sua graça brilhou, mesmo através de nossos pecados. Um artista que acabou de restaurar um retrato deteriorado enfatiza seu trabalho colocando ao lado a foto original. Como freqüentemente somos insensíveis ao pecado, também subestimamos a graça que nos perdoa e nos suporta. O tribunal de Cristo nos fará experimentar toda a imensidão dessa graça.
16 Por isso, não desanimamos; pelo contrário, mesmo que o nosso homem exterior se corrompa, contudo, o nosso homem interior se renova de dia em dia.
17 Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação,
18 não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas.
2 Coríntios 5.1-10
1 Sabemos que, se a nossa casa terrestre deste tabernáculo se desfizer, temos da parte de Deus um edifício, casa não feita por mãos, eterna, nos céus.
2 E, por isso, neste tabernáculo, gememos, aspirando por sermos revestidos da nossa habitação celestial;
3 se, todavia, formos encontrados vestidos e não nus.
4 Pois, na verdade, os que estamos neste tabernáculo gememos angustiados, não por querermos ser despidos, mas revestidos, para que o mortal seja absorvido pela vida.
5 Ora, foi o próprio Deus quem nos preparou para isto, outorgando-nos o penhor do Espírito.
6 Temos, portanto, sempre bom ânimo, sabendo que, enquanto no corpo, estamos ausentes do Senhor;
7 visto que andamos por fé e não pelo que vemos.
8 Entretanto, estamos em plena confiança, preferindo deixar o corpo e habitar com o Senhor.
9 É por isso que também nos esforçamos, quer presentes, quer ausentes, para lhe sermos agradáveis.
10 Porque importa que todos nós compareçamos perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o bem ou o mal que tiver feito por meio do corpo.
Quanto cuidado nós dispensamos para conservar e aprimorar o "nosso homem exterior"! (v. 16). Que bom seria se o "nosso homem interior" fosse tão bem tratado como o exterior! O que renovava o coração do apóstolo era esse eterno peso de glória, sem nenhuma comparação com as tribulações que estava passando. Andando "por fé" e não por vista (v. 7), com os olhos da alma fixados nas coisas que não se vêem, mas que são eternas, ele desfrutava do penhor do Espírito (v. 5). Esta é a razão pela qual o apóstolo não desfalecia (4:1 e 16).
A idéia do tribunal de Cristo deveria produzir constantemente em nosso coração muito temor e ardor! Nossa salvação está assegurada; não compareceremos para condenação, mas, como num filme, nossa vida inteira será mostrada, revelando tudo o que fizemos, "o bem ou o mal", e então receberemos o nosso galardão. Porém, ao mesmo tempo, o Senhor nos mostrará como a Sua graça brilhou, mesmo através de nossos pecados. Um artista que acabou de restaurar um retrato deteriorado enfatiza seu trabalho colocando ao lado a foto original. Como freqüentemente somos insensíveis ao pecado, também subestimamos a graça que nos perdoa e nos suporta. O tribunal de Cristo nos fará experimentar toda a imensidão dessa graça.
martes, 25 de setiembre de 2012
Lição Bíblica
2 Coríntios 4.1-15
1 Pelo que, tendo este ministério, segundo a misericórdia que nos foi feita, não desfalecemos;
2 pelo contrário, rejeitamos as coisas que, por vergonhosas, se ocultam, não andando com astúcia, nem adulterando a palavra de Deus; antes, nos recomendamos à consciência de todo homem, na presença de Deus, pela manifestação da verdade.
3 Mas, se o nosso evangelho ainda está encoberto, é para os que se perdem que está encoberto,
4 nos quais o deus deste século cegou o entendimento dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus.
5 Porque não nos pregamos a nós mesmos, mas a Cristo Jesus como Senhor e a nós mesmos como vossos servos, por amor de Jesus.
6 Porque Deus, que disse: Das trevas resplandecerá a luz, ele mesmo resplandeceu em nosso coração, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Cristo.
7 Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós.
8 Em tudo somos atribulados, porém não angustiados; perplexos, porém não desanimados;
9 perseguidos, porém não desamparados; abatidos, porém não destruídos;
10 levando sempre no corpo o morrer de Jesus, para que também a sua vida se manifeste em nosso corpo.
11 Porque nós, que vivemos, somos sempre entregues à morte por causa de Jesus, para que também a vida de Jesus se manifeste em nossa carne mortal.
12 De modo que, em nós, opera a morte, mas, em vós, a vida.
13 Tendo, porém, o mesmo espírito da fé, como está escrito: Eu cri; por isso, é que falei. Também nós cremos; por isso, também falamos,
14 sabendo que aquele que ressuscitou o Senhor Jesus também nos ressuscitará com Jesus e nos apresentará convosco.
15 Porque todas as coisas existem por amor de vós, para que a graça, multiplicando-se, torne abundantes as ações de graças por meio de muitos, para glória de Deus.
Como o apóstolo, será que nós já "rejeitamos as cousas que, por vergonhosas, se ocultam"? (v. 2). O coração de Paulo era como um espelho; refletia fielmente ao redor de si cada raio que recebia. E qual era o objeto que brilhava nele e refletia a todos os homens? A "glória de Deus na face de Cristo" (v. 6). Que tesouro era para Paulo esse conhecimento de Cristo na glória! Ele era apenas um vaso de barro que continha esse conhecimento, um vaso pobre, frágil e sem valor próprio. Se o instrumento de Deus se fizesse notar através de brilhantes qualidades humanas, ele chamaria a atenção para si mesmo em detrimento do tesouro que deveria apresentar. Os joalheiros sabem que um estojo muito luxuoso tende a eclipsar a jóia contida nele. Eles expõem suas mais belas jóias sobre um simples veludo preto. Do mesmo modo, o vaso de barro - Paulo - estava atribulado, perplexo, perseguido, abatido, para que o tesouro - a vida de Cristo nele - fosse plenamente manifestado (v. 10). As provas de um crente servem para remover dele qualquer brilho pessoal, a fim de que na vida dele resplandeça apenas a luz de Jesus, o Filho de Deus.
1 Pelo que, tendo este ministério, segundo a misericórdia que nos foi feita, não desfalecemos;
2 pelo contrário, rejeitamos as coisas que, por vergonhosas, se ocultam, não andando com astúcia, nem adulterando a palavra de Deus; antes, nos recomendamos à consciência de todo homem, na presença de Deus, pela manifestação da verdade.
3 Mas, se o nosso evangelho ainda está encoberto, é para os que se perdem que está encoberto,
4 nos quais o deus deste século cegou o entendimento dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus.
5 Porque não nos pregamos a nós mesmos, mas a Cristo Jesus como Senhor e a nós mesmos como vossos servos, por amor de Jesus.
6 Porque Deus, que disse: Das trevas resplandecerá a luz, ele mesmo resplandeceu em nosso coração, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Cristo.
7 Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós.
8 Em tudo somos atribulados, porém não angustiados; perplexos, porém não desanimados;
9 perseguidos, porém não desamparados; abatidos, porém não destruídos;
10 levando sempre no corpo o morrer de Jesus, para que também a sua vida se manifeste em nosso corpo.
11 Porque nós, que vivemos, somos sempre entregues à morte por causa de Jesus, para que também a vida de Jesus se manifeste em nossa carne mortal.
12 De modo que, em nós, opera a morte, mas, em vós, a vida.
13 Tendo, porém, o mesmo espírito da fé, como está escrito: Eu cri; por isso, é que falei. Também nós cremos; por isso, também falamos,
14 sabendo que aquele que ressuscitou o Senhor Jesus também nos ressuscitará com Jesus e nos apresentará convosco.
15 Porque todas as coisas existem por amor de vós, para que a graça, multiplicando-se, torne abundantes as ações de graças por meio de muitos, para glória de Deus.
Como o apóstolo, será que nós já "rejeitamos as cousas que, por vergonhosas, se ocultam"? (v. 2). O coração de Paulo era como um espelho; refletia fielmente ao redor de si cada raio que recebia. E qual era o objeto que brilhava nele e refletia a todos os homens? A "glória de Deus na face de Cristo" (v. 6). Que tesouro era para Paulo esse conhecimento de Cristo na glória! Ele era apenas um vaso de barro que continha esse conhecimento, um vaso pobre, frágil e sem valor próprio. Se o instrumento de Deus se fizesse notar através de brilhantes qualidades humanas, ele chamaria a atenção para si mesmo em detrimento do tesouro que deveria apresentar. Os joalheiros sabem que um estojo muito luxuoso tende a eclipsar a jóia contida nele. Eles expõem suas mais belas jóias sobre um simples veludo preto. Do mesmo modo, o vaso de barro - Paulo - estava atribulado, perplexo, perseguido, abatido, para que o tesouro - a vida de Cristo nele - fosse plenamente manifestado (v. 10). As provas de um crente servem para remover dele qualquer brilho pessoal, a fim de que na vida dele resplandeça apenas a luz de Jesus, o Filho de Deus.
lunes, 24 de setiembre de 2012
Lição Bíblica
2 Coríntios 3.1-18
1 Começamos, porventura, outra vez a recomendar-nos a nós mesmos? Ou temos necessidade, como alguns, de cartas de recomendação para vós outros ou de vós?
2 Vós sois a nossa carta, escrita em nosso coração, conhecida e lida por todos os homens,
3 estando já manifestos como carta de Cristo, produzida pelo nosso ministério, escrita não com tinta, mas pelo Espírito do Deus vivente, não em tábuas de pedra, mas em tábuas de carne, isto é, nos corações.
4 E é por intermédio de Cristo que temos tal confiança em Deus;
5 não que, por nós mesmos, sejamos capazes de pensar alguma coisa, como se partisse de nós; pelo contrário, a nossa suficiência vem de Deus,
6 o qual nos habilitou para sermos ministros de uma nova aliança, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata, mas o espírito vivifica.
7 E, se o ministério da morte, gravado com letras em pedras, se revestiu de glória, a ponto de os filhos de Israel não poderem fitar a face de Moisés, por causa da glória do seu rosto, ainda que desvanecente,
8 como não será de maior glória o ministério do Espírito!
9 Porque, se o ministério da condenação foi glória, em muito maior proporção será glorioso o ministério da justiça.
10 Porquanto, na verdade, o que, outrora, foi glorificado, neste respeito, já não resplandece, diante da atual sobreexcelente glória.
11 Porque, se o que se desvanecia teve sua glória, muito mais glória tem o que é permanente.
12 Tendo, pois, tal esperança, servimo-nos de muita ousadia no falar.
13 E não somos como Moisés, que punha véu sobre a face, para que os filhos de Israel não atentassem na terminação do que se desvanecia.
14 Mas os sentidos deles se embotaram. Pois até ao dia de hoje, quando fazem a leitura da antiga aliança, o mesmo véu permanece, não lhes sendo revelado que, em Cristo, é removido.
15 Mas até hoje, quando é lido Moisés, o véu está posto sobre o coração deles.
16 Quando, porém, algum deles se converte ao Senhor, o véu lhe é retirado.
17 Ora, o Senhor é o Espírito; e, onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade.
18 E todos nós, com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito.
Os homens julgavam a doutrina pregada por Paulo observando o comportamento dos coríntios. Eles eram sua vivas "cartas de recomendação", ou melhor, as de Cristo, cujo nome estava escrito em seus corações. Cada cristão é uma "carta de Cristo" que Deus escreve aos que não lêem a Bíblia para que vejam o Evangelho vivido. Mas, infelizmente, muitas dessas cartas estão manchadas ou indecifráveis, em vez de serem conhecidas e lidas por todos os homens (v. 2). Cuidemos, pois, para que não haja nenhum véu sobre o nosso rosto que nos impeça de irradiar o esplendor cristão: o véu das preocupações, do egoísmo, do mundanismo etc. Mas, acima de tudo, cuidemos para que não haja sobre o nosso coração um véu (por exemplo, o de uma má consciência; v. 15) que intercepte os raios que devemos receber de Cristo, o qual é amor e luz. Se escondermos uma pequena planta num lugar escuro, logo ela murchará. Ao contrário, se a colocarmos num lugar onde possa receber normalmente o sol e a chuva, ela crescerá e no tempo adequado estará carregada de frutos. O mesmo acontece com nossa alma. Se ela estiver na presença de Cristo, será gradualmente transformada à semelhança das perfeições morais dAquele a quem contemplamos em Sua Palavra (v. 18).
1 Começamos, porventura, outra vez a recomendar-nos a nós mesmos? Ou temos necessidade, como alguns, de cartas de recomendação para vós outros ou de vós?
2 Vós sois a nossa carta, escrita em nosso coração, conhecida e lida por todos os homens,
3 estando já manifestos como carta de Cristo, produzida pelo nosso ministério, escrita não com tinta, mas pelo Espírito do Deus vivente, não em tábuas de pedra, mas em tábuas de carne, isto é, nos corações.
4 E é por intermédio de Cristo que temos tal confiança em Deus;
5 não que, por nós mesmos, sejamos capazes de pensar alguma coisa, como se partisse de nós; pelo contrário, a nossa suficiência vem de Deus,
6 o qual nos habilitou para sermos ministros de uma nova aliança, não da letra, mas do espírito; porque a letra mata, mas o espírito vivifica.
7 E, se o ministério da morte, gravado com letras em pedras, se revestiu de glória, a ponto de os filhos de Israel não poderem fitar a face de Moisés, por causa da glória do seu rosto, ainda que desvanecente,
8 como não será de maior glória o ministério do Espírito!
9 Porque, se o ministério da condenação foi glória, em muito maior proporção será glorioso o ministério da justiça.
10 Porquanto, na verdade, o que, outrora, foi glorificado, neste respeito, já não resplandece, diante da atual sobreexcelente glória.
11 Porque, se o que se desvanecia teve sua glória, muito mais glória tem o que é permanente.
12 Tendo, pois, tal esperança, servimo-nos de muita ousadia no falar.
13 E não somos como Moisés, que punha véu sobre a face, para que os filhos de Israel não atentassem na terminação do que se desvanecia.
14 Mas os sentidos deles se embotaram. Pois até ao dia de hoje, quando fazem a leitura da antiga aliança, o mesmo véu permanece, não lhes sendo revelado que, em Cristo, é removido.
15 Mas até hoje, quando é lido Moisés, o véu está posto sobre o coração deles.
16 Quando, porém, algum deles se converte ao Senhor, o véu lhe é retirado.
17 Ora, o Senhor é o Espírito; e, onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade.
18 E todos nós, com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito.
Os homens julgavam a doutrina pregada por Paulo observando o comportamento dos coríntios. Eles eram sua vivas "cartas de recomendação", ou melhor, as de Cristo, cujo nome estava escrito em seus corações. Cada cristão é uma "carta de Cristo" que Deus escreve aos que não lêem a Bíblia para que vejam o Evangelho vivido. Mas, infelizmente, muitas dessas cartas estão manchadas ou indecifráveis, em vez de serem conhecidas e lidas por todos os homens (v. 2). Cuidemos, pois, para que não haja nenhum véu sobre o nosso rosto que nos impeça de irradiar o esplendor cristão: o véu das preocupações, do egoísmo, do mundanismo etc. Mas, acima de tudo, cuidemos para que não haja sobre o nosso coração um véu (por exemplo, o de uma má consciência; v. 15) que intercepte os raios que devemos receber de Cristo, o qual é amor e luz. Se escondermos uma pequena planta num lugar escuro, logo ela murchará. Ao contrário, se a colocarmos num lugar onde possa receber normalmente o sol e a chuva, ela crescerá e no tempo adequado estará carregada de frutos. O mesmo acontece com nossa alma. Se ela estiver na presença de Cristo, será gradualmente transformada à semelhança das perfeições morais dAquele a quem contemplamos em Sua Palavra (v. 18).
domingo, 23 de setiembre de 2012
Lição Bíblica
2 Coríntios 2.1-17
1 Isto deliberei por mim mesmo: não voltar a encontrar-me convosco em tristeza.
2 Porque, se eu vos entristeço, quem me alegrará, senão aquele que está entristecido por mim mesmo?
3 E isto escrevi para que, quando for, não tenha tristeza da parte daqueles que deveriam alegrar-me, confiando em todos vós de que a minha alegria é também a vossa.
4 Porque, no meio de muitos sofrimentos e angústias de coração, vos escrevi, com muitas lágrimas, não para que ficásseis entristecidos, mas para que conhecêsseis o amor que vos consagro em grande medida.
5 Ora, se alguém causou tristeza, não o fez apenas a mim, mas, para que eu não seja demasiadamente áspero, digo que em parte a todos vós;
6 basta-lhe a punição pela maioria.
7 De modo que deveis, pelo contrário, perdoar-lhe e confortá-lo, para que não seja o mesmo consumido por excessiva tristeza.
8 Pelo que vos rogo que confirmeis para com ele o vosso amor.
9 E foi por isso também que vos escrevi, para ter prova de que, em tudo, sois obedientes.
10 A quem perdoais alguma coisa, também eu perdôo; porque, de fato, o que tenho perdoado (se alguma coisa tenho perdoado), por causa de vós o fiz na presença de Cristo;
11 para que Satanás não alcance vantagem sobre nós, pois não lhe ignoramos os desígnios.
12 Ora, quando cheguei a Trôade para pregar o evangelho de Cristo, e uma porta se me abriu no Senhor,
13 não tive, contudo, tranqüilidade no meu espírito, porque não encontrei o meu irmão Tito; por isso, despedindo-me deles, parti para a Macedônia.
14 Graças, porém, a Deus, que, em Cristo, sempre nos conduz em triunfo e, por meio de nós, manifesta em todo lugar a fragrância do seu conhecimento.
15 Porque nós somos para com Deus o bom perfume de Cristo, tanto nos que são salvos como nos que se perdem.
16 Para com estes, cheiro de morte para morte; para com aqueles, aroma de vida para vida. Quem, porém, é suficiente para estas coisas?
17 Porque nós não estamos, como tantos outros, mercadejando a palavra de Deus; antes, em Cristo é que falamos na presença de Deus, com sinceridade e da parte do próprio Deus.
Paulo havia adiado sua viagem para Corinto a fim de que sua primeira carta tivesse tempo de surtir efeito. Graças a Deus, que surtiu efeito tanto na igreja como no homem que havia sido excluído. Mas agora os coríntios corriam outro perigo: o de esquecer de demonstrar graça para com o pecador arrependido. Haviam passado de uma reprovável indulgência para uma desmedida severidade. Satanás está sempre pronto para nos fazer pular de um extremo ao outro. Seus métodos são variados, mas seus desígnios não mudam: ele quer aniquilar o testemunho de Cristo e manter os homens debaixo de seu domínio. Ele até usa de piadas a respeito de si mesmo - piadas tão freqüentes no mundo - para fazer com que as pessoas esqueçam de seus terríveis planos. Vigiemos, e não tomemos parte nas vãs conversações a respeito do diabo e de seu poder.
Em sua inquietude pelos coríntios, Paulo havia deixado um grande campo de trabalho para ir ao encontro de Tito, que lhe traria notícias deles. Mas, apesar de não achá-lo, Paulo é confortado ao pensar que, por onde quer que passe, ele espalhava "o bom perfume de Cristo" (v. 15). Será que todos os que nos conhecem podem sentir esse mesmo perfume em nós?
1 Isto deliberei por mim mesmo: não voltar a encontrar-me convosco em tristeza.
2 Porque, se eu vos entristeço, quem me alegrará, senão aquele que está entristecido por mim mesmo?
3 E isto escrevi para que, quando for, não tenha tristeza da parte daqueles que deveriam alegrar-me, confiando em todos vós de que a minha alegria é também a vossa.
4 Porque, no meio de muitos sofrimentos e angústias de coração, vos escrevi, com muitas lágrimas, não para que ficásseis entristecidos, mas para que conhecêsseis o amor que vos consagro em grande medida.
5 Ora, se alguém causou tristeza, não o fez apenas a mim, mas, para que eu não seja demasiadamente áspero, digo que em parte a todos vós;
6 basta-lhe a punição pela maioria.
7 De modo que deveis, pelo contrário, perdoar-lhe e confortá-lo, para que não seja o mesmo consumido por excessiva tristeza.
8 Pelo que vos rogo que confirmeis para com ele o vosso amor.
9 E foi por isso também que vos escrevi, para ter prova de que, em tudo, sois obedientes.
10 A quem perdoais alguma coisa, também eu perdôo; porque, de fato, o que tenho perdoado (se alguma coisa tenho perdoado), por causa de vós o fiz na presença de Cristo;
11 para que Satanás não alcance vantagem sobre nós, pois não lhe ignoramos os desígnios.
12 Ora, quando cheguei a Trôade para pregar o evangelho de Cristo, e uma porta se me abriu no Senhor,
13 não tive, contudo, tranqüilidade no meu espírito, porque não encontrei o meu irmão Tito; por isso, despedindo-me deles, parti para a Macedônia.
14 Graças, porém, a Deus, que, em Cristo, sempre nos conduz em triunfo e, por meio de nós, manifesta em todo lugar a fragrância do seu conhecimento.
15 Porque nós somos para com Deus o bom perfume de Cristo, tanto nos que são salvos como nos que se perdem.
16 Para com estes, cheiro de morte para morte; para com aqueles, aroma de vida para vida. Quem, porém, é suficiente para estas coisas?
17 Porque nós não estamos, como tantos outros, mercadejando a palavra de Deus; antes, em Cristo é que falamos na presença de Deus, com sinceridade e da parte do próprio Deus.
Paulo havia adiado sua viagem para Corinto a fim de que sua primeira carta tivesse tempo de surtir efeito. Graças a Deus, que surtiu efeito tanto na igreja como no homem que havia sido excluído. Mas agora os coríntios corriam outro perigo: o de esquecer de demonstrar graça para com o pecador arrependido. Haviam passado de uma reprovável indulgência para uma desmedida severidade. Satanás está sempre pronto para nos fazer pular de um extremo ao outro. Seus métodos são variados, mas seus desígnios não mudam: ele quer aniquilar o testemunho de Cristo e manter os homens debaixo de seu domínio. Ele até usa de piadas a respeito de si mesmo - piadas tão freqüentes no mundo - para fazer com que as pessoas esqueçam de seus terríveis planos. Vigiemos, e não tomemos parte nas vãs conversações a respeito do diabo e de seu poder.
Em sua inquietude pelos coríntios, Paulo havia deixado um grande campo de trabalho para ir ao encontro de Tito, que lhe traria notícias deles. Mas, apesar de não achá-lo, Paulo é confortado ao pensar que, por onde quer que passe, ele espalhava "o bom perfume de Cristo" (v. 15). Será que todos os que nos conhecem podem sentir esse mesmo perfume em nós?
sábado, 22 de setiembre de 2012
Lição Bíblica
2 Coríntios 1.12-24
12 Porque a nossa glória é esta: o testemunho da nossa consciência, de que, com santidade e sinceridade de Deus, não com sabedoria humana, mas, na graça divina, temos vivido no mundo e mais especialmente para convosco.
13 Porque nenhuma outra coisa vos escrevemos, além das que ledes e bem compreendeis; e espero que o compreendereis de todo,
14 como também já em parte nos compreendestes, que somos a vossa glória, como igualmente sois a nossa no Dia de Jesus, nosso Senhor.
15 Com esta confiança, resolvi ir, primeiro, encontrar-me convosco, para que tivésseis um segundo benefício;
16 e, por vosso intermédio, passar à Macedônia, e da Macedônia voltar a encontrar-me convosco, e ser encaminhado por vós para a Judéia.
17 Ora, determinando isto, terei, porventura, agido com leviandade? Ou, ao deliberar, acaso delibero segundo a carne, de sorte que haja em mim, simultaneamente, o sim e o não?
18 Antes, como Deus é fiel, a nossa palavra para convosco não é sim e não.
19 Porque o Filho de Deus, Cristo Jesus, que foi, por nosso intermédio, anunciado entre vós, isto é, por mim, e Silvano, e Timóteo, não foi sim e não; mas sempre nele houve o sim.
20 Porque quantas são as promessas de Deus, tantas têm nele o sim; porquanto também por ele é o amém para glória de Deus, por nosso intermédio.
21 Mas aquele que nos confirma convosco em Cristo e nos ungiu é Deus,
22 que também nos selou e nos deu o penhor do Espírito em nosso coração.
23 Eu, porém, por minha vida, tomo a Deus por testemunha de que, para vos poupar, não tornei ainda a Corinto;
24 não que tenhamos domínio sobre a vossa fé, mas porque somos cooperadores de vossa alegria; porquanto, pela fé, já estais firmados.
Não era costume de Paulo dizer sim e pensar não (v. 17). Os coríntios podiam confiar nele: não havia no apóstolo nenhum traço de dissimulação, e ele dava prova de sua sinceridade tanto nos seus atos e no seu cotidiano como na pregação de um Evangelho não falsificado (2:17; 4:2). Quão importante isso é! Se um filho de Deus falta com a verdade, os que o observam podem até mesmo pôr em dúvida a Palavra de Deus. Paulo manifestava absoluta retidão tanto em suas relações com o mundo como em suas relações com outros cristãos (v. 12). Afinal, ele não era o mensageiro dAquele que é "o Amém, a testemunha fiel e verdadeira", o Fiador de todas as promessas de Deus? (v. 20; Apocalipse 3:14).
Os versículos 21 e 22 nos fazem recordar de três características do dom do Espírito Santo: através dEle, Deus nos "ungiu", ou seja, nos consagrou para Si mesmo e nos deu o poder de penetrar em Seus pensamentos. Ele nos "selou", ou, em outras palavras, nos marcou como Sua possessão. Finalmente, Ele nos "deu o penhor" de nossa herança celestial, ao nos conceder ao mesmo tempo uma prova inicial dessa realidade e o meio para dela desfrutar desde já "em nossos corações".
12 Porque a nossa glória é esta: o testemunho da nossa consciência, de que, com santidade e sinceridade de Deus, não com sabedoria humana, mas, na graça divina, temos vivido no mundo e mais especialmente para convosco.
13 Porque nenhuma outra coisa vos escrevemos, além das que ledes e bem compreendeis; e espero que o compreendereis de todo,
14 como também já em parte nos compreendestes, que somos a vossa glória, como igualmente sois a nossa no Dia de Jesus, nosso Senhor.
15 Com esta confiança, resolvi ir, primeiro, encontrar-me convosco, para que tivésseis um segundo benefício;
16 e, por vosso intermédio, passar à Macedônia, e da Macedônia voltar a encontrar-me convosco, e ser encaminhado por vós para a Judéia.
17 Ora, determinando isto, terei, porventura, agido com leviandade? Ou, ao deliberar, acaso delibero segundo a carne, de sorte que haja em mim, simultaneamente, o sim e o não?
18 Antes, como Deus é fiel, a nossa palavra para convosco não é sim e não.
19 Porque o Filho de Deus, Cristo Jesus, que foi, por nosso intermédio, anunciado entre vós, isto é, por mim, e Silvano, e Timóteo, não foi sim e não; mas sempre nele houve o sim.
20 Porque quantas são as promessas de Deus, tantas têm nele o sim; porquanto também por ele é o amém para glória de Deus, por nosso intermédio.
21 Mas aquele que nos confirma convosco em Cristo e nos ungiu é Deus,
22 que também nos selou e nos deu o penhor do Espírito em nosso coração.
23 Eu, porém, por minha vida, tomo a Deus por testemunha de que, para vos poupar, não tornei ainda a Corinto;
24 não que tenhamos domínio sobre a vossa fé, mas porque somos cooperadores de vossa alegria; porquanto, pela fé, já estais firmados.
Não era costume de Paulo dizer sim e pensar não (v. 17). Os coríntios podiam confiar nele: não havia no apóstolo nenhum traço de dissimulação, e ele dava prova de sua sinceridade tanto nos seus atos e no seu cotidiano como na pregação de um Evangelho não falsificado (2:17; 4:2). Quão importante isso é! Se um filho de Deus falta com a verdade, os que o observam podem até mesmo pôr em dúvida a Palavra de Deus. Paulo manifestava absoluta retidão tanto em suas relações com o mundo como em suas relações com outros cristãos (v. 12). Afinal, ele não era o mensageiro dAquele que é "o Amém, a testemunha fiel e verdadeira", o Fiador de todas as promessas de Deus? (v. 20; Apocalipse 3:14).
Os versículos 21 e 22 nos fazem recordar de três características do dom do Espírito Santo: através dEle, Deus nos "ungiu", ou seja, nos consagrou para Si mesmo e nos deu o poder de penetrar em Seus pensamentos. Ele nos "selou", ou, em outras palavras, nos marcou como Sua possessão. Finalmente, Ele nos "deu o penhor" de nossa herança celestial, ao nos conceder ao mesmo tempo uma prova inicial dessa realidade e o meio para dela desfrutar desde já "em nossos corações".
jueves, 20 de setiembre de 2012
Lição Bíblica
2 Coríntios 1.1-11
1 Paulo, apóstolo de Cristo Jesus pela vontade de Deus, e o irmão Timóteo, à igreja de Deus que está em Corinto e a todos os santos em toda a Acaia,
2 graça a vós outros e paz, da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo.
3 Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai de misericórdias e Deus de toda consolação!
4 É ele que nos conforta em toda a nossa tribulação, para podermos consolar os que estiverem em qualquer angústia, com a consolação com que nós mesmos somos contemplados por Deus.
5 Porque, assim como os sofrimentos de Cristo se manifestam em grande medida a nosso favor, assim também a nossa consolação transborda por meio de Cristo.
6 Mas, se somos atribulados, é para o vosso conforto e salvação; se somos confortados, é também para o vosso conforto, o qual se torna eficaz, suportando vós com paciência os mesmos sofrimentos que nós também padecemos.
7 A nossa esperança a respeito de vós está firme, sabendo que, como sois participantes dos sofrimentos, assim o sereis da consolação.
8 Porque não queremos, irmãos, que ignoreis a natureza da tribulação que nos sobreveio na Ásia, porquanto foi acima das nossas forças, a ponto de desesperarmos até da própria vida.
9 Contudo, já em nós mesmos, tivemos a sentença de morte, para que não confiemos em nós, e sim no Deus que ressuscita os mortos;
10 o qual nos livrou e livrará de tão grande morte; em quem temos esperado que ainda continuará a livrar-nos,
11 ajudando-nos também vós, com as vossas orações a nosso favor, para que, por muitos, sejam dadas graças a nosso respeito, pelo benefício que nos foi concedido por meio de muitos.
O apóstolo Paulo não havia escrito a primeira carta aos coríntios como um crítico ou severo juiz. Ele mesmo tinha sido humilhado e perturbado pelas notícias recebidas desta igreja e, ainda mais, pois elas haviam chegado em um momento de extrema aflição na cidade de Éfeso, na qual ele tinha muitos adversários (v. 8; 1 Coríntios 16:9).
Porém, tanta tribulação ainda pode ser motivo de dar graças, pois produz uma dupla e preciosa conseqüência. Primeiramente, faz o crente perder toda a autoconfiança (v. 9). Em segundo lugar, leva-o a entrar nas profundezas das simpatias do Senhor. A abundância de sofrimentos revelou ao apóstolo a abundância de consolação (v. 5). A consolação é sempre pessoal, mas aquele que é consolado pode compartilhar das dores dos outros e expressar genuína simpatia por eles. O fato de haver passado pelas provas com o sustento do Senhor qualifica o crente a falar aos que estão aflitos e dirigir-lhes os olhos ao "Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai de misericórdias e Deus de toda a consolação!" (v. 3).
1 Paulo, apóstolo de Cristo Jesus pela vontade de Deus, e o irmão Timóteo, à igreja de Deus que está em Corinto e a todos os santos em toda a Acaia,
2 graça a vós outros e paz, da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo.
3 Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai de misericórdias e Deus de toda consolação!
4 É ele que nos conforta em toda a nossa tribulação, para podermos consolar os que estiverem em qualquer angústia, com a consolação com que nós mesmos somos contemplados por Deus.
5 Porque, assim como os sofrimentos de Cristo se manifestam em grande medida a nosso favor, assim também a nossa consolação transborda por meio de Cristo.
6 Mas, se somos atribulados, é para o vosso conforto e salvação; se somos confortados, é também para o vosso conforto, o qual se torna eficaz, suportando vós com paciência os mesmos sofrimentos que nós também padecemos.
7 A nossa esperança a respeito de vós está firme, sabendo que, como sois participantes dos sofrimentos, assim o sereis da consolação.
8 Porque não queremos, irmãos, que ignoreis a natureza da tribulação que nos sobreveio na Ásia, porquanto foi acima das nossas forças, a ponto de desesperarmos até da própria vida.
9 Contudo, já em nós mesmos, tivemos a sentença de morte, para que não confiemos em nós, e sim no Deus que ressuscita os mortos;
10 o qual nos livrou e livrará de tão grande morte; em quem temos esperado que ainda continuará a livrar-nos,
11 ajudando-nos também vós, com as vossas orações a nosso favor, para que, por muitos, sejam dadas graças a nosso respeito, pelo benefício que nos foi concedido por meio de muitos.
O apóstolo Paulo não havia escrito a primeira carta aos coríntios como um crítico ou severo juiz. Ele mesmo tinha sido humilhado e perturbado pelas notícias recebidas desta igreja e, ainda mais, pois elas haviam chegado em um momento de extrema aflição na cidade de Éfeso, na qual ele tinha muitos adversários (v. 8; 1 Coríntios 16:9).
Porém, tanta tribulação ainda pode ser motivo de dar graças, pois produz uma dupla e preciosa conseqüência. Primeiramente, faz o crente perder toda a autoconfiança (v. 9). Em segundo lugar, leva-o a entrar nas profundezas das simpatias do Senhor. A abundância de sofrimentos revelou ao apóstolo a abundância de consolação (v. 5). A consolação é sempre pessoal, mas aquele que é consolado pode compartilhar das dores dos outros e expressar genuína simpatia por eles. O fato de haver passado pelas provas com o sustento do Senhor qualifica o crente a falar aos que estão aflitos e dirigir-lhes os olhos ao "Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai de misericórdias e Deus de toda a consolação!" (v. 3).
miércoles, 19 de setiembre de 2012
Lição Bíblica
1 Coríntios 16.10-24
10 E, se Timóteo for, vede que esteja sem receio entre vós, porque trabalha na obra do Senhor, como também eu;
11 ninguém, pois, o despreze. Mas encaminhai -o em paz, para que venha ter comigo, visto que o espero com os irmãos.
12 Acerca do irmão Apolo, muito lhe tenho recomendado que fosse ter convosco em companhia dos irmãos, mas de modo algum era a vontade dele ir agora; irá, porém, quando se lhe deparar boa oportunidade.
13 Sede vigilantes, permanecei firmes na fé, portai-vos varonilmente, fortalecei-vos.
14 Todos os vossos atos sejam feitos com amor.
15 E agora, irmãos, eu vos peço o seguinte (sabeis que a casa de Estéfanas são as primícias da Acaia e que se consagraram ao serviço dos santos):
16 que também vos sujeiteis a esses tais, como também a todo aquele que é cooperador e obreiro.
17 Alegro-me com a vinda de Estéfanas, e de Fortunato, e de Acaico; porque estes supriram o que da vossa parte faltava.
18 Porque trouxeram refrigério ao meu espírito e ao vosso. Reconhecei, pois, a homens como estes.
19 As igrejas da Ásia vos saúdam. No Senhor, muito vos saúdam Áqüila e Priscila e, bem assim, a igreja que está na casa deles.
20 Todos os irmãos vos saúdam. Saudai-vos uns aos outros com ósculo santo.
21 A saudação, escrevo -a eu, Paulo, de próprio punho.
22 Se alguém não ama o Senhor, seja anátema. Maranata!
23 A graça do Senhor Jesus seja convosco.
24 O meu amor seja com todos vós, em Cristo Jesus.
Estes versículos contêm as últimas recomendações do apóstolo, algumas notícias e finalmente as saudações que ele dirige aos seus queridos coríntios. Dentre eles, Paulo se alegra em destacar alguns irmãos abnegados e dignos de respeito: Estéfanas, Fortunato e Acaico, citando-os como exemplo (1 Timóteo 3:13).
Aos crentes de Corinto, que só se preocupavam com os resultados exteriores e espetaculares do cristianismo, Paulo enfatiza quais eram os motivos que deveriam dirigir suas ações: "Fazei tudo para a glória de Deus" (10:31). "Seja tudo feito para a edificação" (14:26). "Tudo, porém, seja feito com decência e ordem" (14:40). Finalmente, neste capítulo: "Todos os vossos atos sejam feitos com amor" (v. 14). Com a palavra "amor", Paulo termina uma epístola muito severa (comparar 2 Coríntios 7:8). Sem levar em consideração as divisões que existiam em Corinto, ele declara: "O meu amor seja com todos vós em Cristo Jesus". Para os que não O amam, a vinda de Jesus tem um solene aspecto; já para aqueles que amam ao Senhor, "Maranata"!, ou seja, "Vem, Senhor Jesus", é o mais profundo anelo da alma. Que possamos esperá-LO com gozo!
10 E, se Timóteo for, vede que esteja sem receio entre vós, porque trabalha na obra do Senhor, como também eu;
11 ninguém, pois, o despreze. Mas encaminhai -o em paz, para que venha ter comigo, visto que o espero com os irmãos.
12 Acerca do irmão Apolo, muito lhe tenho recomendado que fosse ter convosco em companhia dos irmãos, mas de modo algum era a vontade dele ir agora; irá, porém, quando se lhe deparar boa oportunidade.
13 Sede vigilantes, permanecei firmes na fé, portai-vos varonilmente, fortalecei-vos.
14 Todos os vossos atos sejam feitos com amor.
15 E agora, irmãos, eu vos peço o seguinte (sabeis que a casa de Estéfanas são as primícias da Acaia e que se consagraram ao serviço dos santos):
16 que também vos sujeiteis a esses tais, como também a todo aquele que é cooperador e obreiro.
17 Alegro-me com a vinda de Estéfanas, e de Fortunato, e de Acaico; porque estes supriram o que da vossa parte faltava.
18 Porque trouxeram refrigério ao meu espírito e ao vosso. Reconhecei, pois, a homens como estes.
19 As igrejas da Ásia vos saúdam. No Senhor, muito vos saúdam Áqüila e Priscila e, bem assim, a igreja que está na casa deles.
20 Todos os irmãos vos saúdam. Saudai-vos uns aos outros com ósculo santo.
21 A saudação, escrevo -a eu, Paulo, de próprio punho.
22 Se alguém não ama o Senhor, seja anátema. Maranata!
23 A graça do Senhor Jesus seja convosco.
24 O meu amor seja com todos vós, em Cristo Jesus.
Estes versículos contêm as últimas recomendações do apóstolo, algumas notícias e finalmente as saudações que ele dirige aos seus queridos coríntios. Dentre eles, Paulo se alegra em destacar alguns irmãos abnegados e dignos de respeito: Estéfanas, Fortunato e Acaico, citando-os como exemplo (1 Timóteo 3:13).
Aos crentes de Corinto, que só se preocupavam com os resultados exteriores e espetaculares do cristianismo, Paulo enfatiza quais eram os motivos que deveriam dirigir suas ações: "Fazei tudo para a glória de Deus" (10:31). "Seja tudo feito para a edificação" (14:26). "Tudo, porém, seja feito com decência e ordem" (14:40). Finalmente, neste capítulo: "Todos os vossos atos sejam feitos com amor" (v. 14). Com a palavra "amor", Paulo termina uma epístola muito severa (comparar 2 Coríntios 7:8). Sem levar em consideração as divisões que existiam em Corinto, ele declara: "O meu amor seja com todos vós em Cristo Jesus". Para os que não O amam, a vinda de Jesus tem um solene aspecto; já para aqueles que amam ao Senhor, "Maranata"!, ou seja, "Vem, Senhor Jesus", é o mais profundo anelo da alma. Que possamos esperá-LO com gozo!
Lição Bíblica
1 Coríntios 15.51-58
51 Eis que vos digo um mistério: nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos,
52 num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados.
53 Porque é necessário que este corpo corruptível se revista da incorruptibilidade, e que o corpo mortal se revista da imortalidade.
54 E, quando este corpo corruptível se revestir de incorruptibilidade, e o que é mortal se revestir de imortalidade, então, se cumprirá a palavra que está escrita: Tragada foi a morte pela vitória.
55 Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?
56 O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei.
57 Graças a Deus, que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo.
58 Portanto, meus amados irmãos, sede firmes, inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho não é vão.
1 Coríntios 16.1-9
1 Quanto à coleta para os santos, fazei vós também como ordenei às igrejas da Galácia.
2 No primeiro dia da semana, cada um de vós ponha de parte, em casa, conforme a sua prosperidade, e vá juntando, para que se não façam coletas quando eu for.
3 E, quando tiver chegado, enviarei, com cartas, para levarem as vossas dádivas a Jerusalém, aqueles que aprovardes.
4 Se convier que eu também vá, eles irão comigo.
5 Irei ter convosco por ocasião da minha passagem pela Macedônia, porque devo percorrer a Macedônia.
6 E bem pode ser que convosco me demore ou mesmo passe o inverno, para que me encaminheis nas viagens que eu tenha de fazer.
7 Porque não quero, agora, ver-vos apenas de passagem, pois espero permanecer convosco algum tempo, se o Senhor o permitir.
8 Ficarei, porém, em Éfeso até ao Pentecostes;
9 porque uma porta grande e oportuna para o trabalho se me abriu; e há muitos adversários.
Esta magistral exposição da doutrina da ressurreição não estaria completa sem uma última revelação: nem todos os crentes passarão pelo sono da morte. Os vivos não serão esquecidos quando Jesus vier. "Num abrir e fechar de olhos", a maravilhosa transformação ocorrerá e tornará cada crente apto para a presença de Deus. Do mesmo modo que, na parábola, os convidados deveriam trocar seus farrapos por vestes nupciais (Mateus 22:1-14), os mortos e vivos vestirão um corpo incorruptível e imortal. Então a vitória de Cristo sobre a morte, da qual Ele nos deu uma prova através de Sua própria ressurreição, terá um grandioso cumprimento nos Seus.
Como todas as verdades bíblicas, este "mistério" deve ter uma conseqüência prática na vida de cada redimido. Nossa esperança é segura e firme (Hebreus 6:19); sejamos também "firmes, inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor". Nosso trabalho nunca será vão se feito "no Senhor" (v. 58). Ainda que nenhum fruto seja visível neste mundo, haverá uma recompensa na ressurreição.
O capítulo 16 nos dá um exemplo de serviço cristão: a coleta feita no primeiro dia da semana. Isso era muito importante para o coração do apóstolo e para o coração do Senhor.
martes, 18 de setiembre de 2012
Lição Bíblica
1 Coríntios 15.35-50
35 Mas alguém dirá: Como ressuscitam os mortos? E em que corpo vêm?
36 Insensato! O que semeias não nasce, se primeiro não morrer;
37 e, quando semeias, não semeias o corpo que há de ser, mas o simples grão, como de trigo ou de qualquer outra semente.
38 Mas Deus lhe dá corpo como lhe aprouve dar e a cada uma das sementes, o seu corpo apropriado.
39 Nem toda carne é a mesma; porém uma é a carne dos homens, outra, a dos animais, outra, a das aves, e outra, a dos peixes.
40 Também há corpos celestiais e corpos terrestres; e, sem dúvida, uma é a glória dos celestiais, e outra, a dos terrestres.
41 Uma é a glória do sol, outra, a glória da lua, e outra, a das estrelas; porque até entre estrela e estrela há diferenças de esplendor.
42 Pois assim também é a ressurreição dos mortos. Semeia-se o corpo na corrupção, ressuscita na incorrupção. Semeia-se em desonra, ressuscita em glória.
43 Semeia-se em fraqueza, ressuscita em poder.
44 Semeia-se corpo natural, ressuscita corpo espiritual. Se há corpo natural, há também corpo espiritual.
45 Pois assim está escrito: O primeiro homem, Adão, foi feito alma vivente. O último Adão, porém, é espírito vivificante.
46 Mas não é primeiro o espiritual, e sim o natural; depois, o espiritual.
47 O primeiro homem, formado da terra, é terreno; o segundo homem é do céu.
48 Como foi o primeiro homem, o terreno, tais são também os demais homens terrenos; e, como é o homem celestial, tais também os celestiais.
49 E, assim como trouxemos a imagem do que é terreno, devemos trazer também a imagem do celestial.
50 Isto afirmo, irmãos, que a carne e o sangue não podem herdar o reino de Deus, nem a corrupção herdar a incorrupção.
Como será o novo corpo que o crente terá na glória? (v. 35). A Bíblia não satisfaz a nossa curiosidade. Se eu apresentar ao leitor uma semente desconhecida, não poderá dizer-me quase nada a respeito da planta que dela sairá. Igualmente, quando se vê uma lagarta repugnante e feia, nem se imagina a maravilhosa e colorida borboleta na qual ela se transformará.
Porém, para assistir aos pequenos milagres da germinação ou da metamorfose, é necessária a morte da semente (João 12:24) e o sono da crisálida. Do mesmo modo, o redimido que "dormiu" aparecerá vestido do corpo da ressurreição. Que futuro fantástico está preparado para este corpo feito do pó da terra, mero envoltório da alma! Ressuscitará "na incorrupção": a morte não terá mais poder sobre ele; "em glória" e "em poder": não mais sujeito às doenças ou à fraqueza; "corpo espiritual": definitivamente livre da carne e de seus desejos, instrumento perfeito do Espírito Santo. Finalmente será semelhante ao corpo do Cristo ressuscitado. Estes versículos nos dão bastantes e preciosas informações sobre o nosso futuro e mais razões ainda para glorificar a Deus desde agora em nosso corpo.
35 Mas alguém dirá: Como ressuscitam os mortos? E em que corpo vêm?
36 Insensato! O que semeias não nasce, se primeiro não morrer;
37 e, quando semeias, não semeias o corpo que há de ser, mas o simples grão, como de trigo ou de qualquer outra semente.
38 Mas Deus lhe dá corpo como lhe aprouve dar e a cada uma das sementes, o seu corpo apropriado.
39 Nem toda carne é a mesma; porém uma é a carne dos homens, outra, a dos animais, outra, a das aves, e outra, a dos peixes.
40 Também há corpos celestiais e corpos terrestres; e, sem dúvida, uma é a glória dos celestiais, e outra, a dos terrestres.
41 Uma é a glória do sol, outra, a glória da lua, e outra, a das estrelas; porque até entre estrela e estrela há diferenças de esplendor.
42 Pois assim também é a ressurreição dos mortos. Semeia-se o corpo na corrupção, ressuscita na incorrupção. Semeia-se em desonra, ressuscita em glória.
43 Semeia-se em fraqueza, ressuscita em poder.
44 Semeia-se corpo natural, ressuscita corpo espiritual. Se há corpo natural, há também corpo espiritual.
45 Pois assim está escrito: O primeiro homem, Adão, foi feito alma vivente. O último Adão, porém, é espírito vivificante.
46 Mas não é primeiro o espiritual, e sim o natural; depois, o espiritual.
47 O primeiro homem, formado da terra, é terreno; o segundo homem é do céu.
48 Como foi o primeiro homem, o terreno, tais são também os demais homens terrenos; e, como é o homem celestial, tais também os celestiais.
49 E, assim como trouxemos a imagem do que é terreno, devemos trazer também a imagem do celestial.
50 Isto afirmo, irmãos, que a carne e o sangue não podem herdar o reino de Deus, nem a corrupção herdar a incorrupção.
Como será o novo corpo que o crente terá na glória? (v. 35). A Bíblia não satisfaz a nossa curiosidade. Se eu apresentar ao leitor uma semente desconhecida, não poderá dizer-me quase nada a respeito da planta que dela sairá. Igualmente, quando se vê uma lagarta repugnante e feia, nem se imagina a maravilhosa e colorida borboleta na qual ela se transformará.
Porém, para assistir aos pequenos milagres da germinação ou da metamorfose, é necessária a morte da semente (João 12:24) e o sono da crisálida. Do mesmo modo, o redimido que "dormiu" aparecerá vestido do corpo da ressurreição. Que futuro fantástico está preparado para este corpo feito do pó da terra, mero envoltório da alma! Ressuscitará "na incorrupção": a morte não terá mais poder sobre ele; "em glória" e "em poder": não mais sujeito às doenças ou à fraqueza; "corpo espiritual": definitivamente livre da carne e de seus desejos, instrumento perfeito do Espírito Santo. Finalmente será semelhante ao corpo do Cristo ressuscitado. Estes versículos nos dão bastantes e preciosas informações sobre o nosso futuro e mais razões ainda para glorificar a Deus desde agora em nosso corpo.
lunes, 17 de setiembre de 2012
Lição Bíblica
1 Coríntios 15.20-34
20 Mas, de fato, Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem.
21 Visto que a morte veio por um homem, também por um homem veio a ressurreição dos mortos.
22 Porque, assim como, em Adão, todos morrem, assim também todos serão vivificados em Cristo.
23 Cada um, porém, por sua própria ordem: Cristo, as primícias; depois, os que são de Cristo, na sua vinda.
24 E, então, virá o fim, quando ele entregar o reino ao Deus e Pai, quando houver destruído todo principado, bem como toda potestade e poder.
25 Porque convém que ele reine até que haja posto todos os inimigos debaixo dos pés.
26 O último inimigo a ser destruído é a morte.
27 Porque todas as coisas sujeitou debaixo dos pés. E, quando diz que todas as coisas lhe estão sujeitas, certamente, exclui aquele que tudo lhe subordinou.
28 Quando, porém, todas as coisas lhe estiverem sujeitas, então, o próprio Filho também se sujeitará àquele que todas as coisas lhe sujeitou, para que Deus seja tudo em todos.
29 Doutra maneira, que farão os que se batizam por causa dos mortos? Se, absolutamente, os mortos não ressuscitam, por que se batizam por causa deles?
30 E por que também nós nos expomos a perigos a toda hora?
31 Dia após dia, morro! Eu o protesto, irmãos, pela glória que tenho em vós outros, em Cristo Jesus, nosso Senhor.
32 Se, como homem, lutei em Éfeso com feras, que me aproveita isso? Se os mortos não ressuscitam, comamos e bebamos, que amanhã morreremos.
33 Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes.
34 Tornai-vos à sobriedade, como é justo, e não pequeis; porque alguns ainda não têm conhecimento de Deus; isto digo para vergonha vossa.
O Cristo ressurreto precedeu os crentes "que dormem" e que ressuscitarão quando Ele vier. Os outros mortos somente serão "vivificados" depois, quando tiverem de comparecer perante o trono de juízo (Apocalipse 20:12). Então "todas as cousas" estarão definitivamente sujeitas a Cristo (v. 28).
Tendo fechado o glorioso parênteses dos versículos 20 a 28, o apóstolo mostra nos versículos 30 a 32 como o fato de crer ou não crer na existência de uma vida futura determina o comportamento de todos os homens, a começar pelo seu. Quantas pessoas infelizes existem cuja religião se resume a estas palavras: "Comamos e bebamos, que amanhã morreremos"? (v. 32). Elas tentam convencer a si mesmas de que não existe nada além da sepultura, para poderem aproveitar sem nenhum impedimento sua breve existência "como brutos irracionais" (2 Pedro 2:12). Mas, com relação ao crente, sua fé deve mantê-lo alerta (v. 34), preservá-lo de associar-se a companhias perigosas (v. 33; Mateus 24:49). Que a companhia do Senhor e do Seu povo nos seja suficientes até que Ele venha!
20 Mas, de fato, Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo ele as primícias dos que dormem.
21 Visto que a morte veio por um homem, também por um homem veio a ressurreição dos mortos.
22 Porque, assim como, em Adão, todos morrem, assim também todos serão vivificados em Cristo.
23 Cada um, porém, por sua própria ordem: Cristo, as primícias; depois, os que são de Cristo, na sua vinda.
24 E, então, virá o fim, quando ele entregar o reino ao Deus e Pai, quando houver destruído todo principado, bem como toda potestade e poder.
25 Porque convém que ele reine até que haja posto todos os inimigos debaixo dos pés.
26 O último inimigo a ser destruído é a morte.
27 Porque todas as coisas sujeitou debaixo dos pés. E, quando diz que todas as coisas lhe estão sujeitas, certamente, exclui aquele que tudo lhe subordinou.
28 Quando, porém, todas as coisas lhe estiverem sujeitas, então, o próprio Filho também se sujeitará àquele que todas as coisas lhe sujeitou, para que Deus seja tudo em todos.
29 Doutra maneira, que farão os que se batizam por causa dos mortos? Se, absolutamente, os mortos não ressuscitam, por que se batizam por causa deles?
30 E por que também nós nos expomos a perigos a toda hora?
31 Dia após dia, morro! Eu o protesto, irmãos, pela glória que tenho em vós outros, em Cristo Jesus, nosso Senhor.
32 Se, como homem, lutei em Éfeso com feras, que me aproveita isso? Se os mortos não ressuscitam, comamos e bebamos, que amanhã morreremos.
33 Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes.
34 Tornai-vos à sobriedade, como é justo, e não pequeis; porque alguns ainda não têm conhecimento de Deus; isto digo para vergonha vossa.
O Cristo ressurreto precedeu os crentes "que dormem" e que ressuscitarão quando Ele vier. Os outros mortos somente serão "vivificados" depois, quando tiverem de comparecer perante o trono de juízo (Apocalipse 20:12). Então "todas as cousas" estarão definitivamente sujeitas a Cristo (v. 28).
Tendo fechado o glorioso parênteses dos versículos 20 a 28, o apóstolo mostra nos versículos 30 a 32 como o fato de crer ou não crer na existência de uma vida futura determina o comportamento de todos os homens, a começar pelo seu. Quantas pessoas infelizes existem cuja religião se resume a estas palavras: "Comamos e bebamos, que amanhã morreremos"? (v. 32). Elas tentam convencer a si mesmas de que não existe nada além da sepultura, para poderem aproveitar sem nenhum impedimento sua breve existência "como brutos irracionais" (2 Pedro 2:12). Mas, com relação ao crente, sua fé deve mantê-lo alerta (v. 34), preservá-lo de associar-se a companhias perigosas (v. 33; Mateus 24:49). Que a companhia do Senhor e do Seu povo nos seja suficientes até que Ele venha!
domingo, 16 de setiembre de 2012
Lição Bíblica
1 Coríntios 15.1-19
1 Irmãos, venho lembrar-vos o evangelho que vos anunciei, o qual recebestes e no qual ainda perseverais;
2 por ele também sois salvos, se retiverdes a palavra tal como vo-la preguei, a menos que tenhais crido em vão.
3 Antes de tudo, vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras,
4 e que foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras.
5 E apareceu a Cefas e, depois, aos doze.
6 Depois, foi visto por mais de quinhentos irmãos de uma só vez, dos quais a maioria sobrevive até agora; porém alguns já dormem.
7 Depois, foi visto por Tiago, mais tarde, por todos os apóstolos
8 e, afinal, depois de todos, foi visto também por mim, como por um nascido fora de tempo.
9 Porque eu sou o menor dos apóstolos, que mesmo não sou digno de ser chamado apóstolo, pois persegui a igreja de Deus.
10 Mas, pela graça de Deus, sou o que sou; e a sua graça, que me foi concedida, não se tornou vã; antes, trabalhei muito mais do que todos eles; todavia, não eu, mas a graça de Deus comigo.
11 Portanto, seja eu ou sejam eles, assim pregamos e assim crestes.
12 Ora, se é corrente pregar-se que Cristo ressuscitou dentre os mortos, como, pois, afirmam alguns dentre vós que não há ressurreição de mortos?
13 E, se não há ressurreição de mortos, então, Cristo não ressuscitou.
14 E, se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e vã, a vossa fé;
15 e somos tidos por falsas testemunhas de Deus, porque temos asseverado contra Deus que ele ressuscitou a Cristo, ao qual ele não ressuscitou, se é certo que os mortos não ressuscitam.
16 Porque, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou.
17 E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados.
18 E ainda mais: os que dormiram em Cristo pereceram.
19 Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens.
Ainda havia uma séria questão a resolver: algumas pessoas em Corinto negavam a ressurreição. Paulo prova que é impossível tocar nesta doutrina sem derrubar toda a estrutura da fé cristã. Se a ressurreição não existe, o próprio Jesus não ressuscitou; Sua obra não recebeu a aprovação de Deus; a morte não foi vencida, e nós permanecemos em nossos pecados. Conseqüentemente, o Evangelho não tem sentido algum, e a nossa fé é vã. A vida cristã de renúncia e santificação torna-se um absurdo e, de todos os homens, o crente é o mais digno de pena.
Bendito seja Deus, pois este não é o caso: "O Senhor ressuscitou!" (Lucas 24:34). Confrontados com a importância desta verdade, compreendemos por que Deus tomou tanto cuidado para estabelecê-la. Primeiramente pelas Escrituras (vv. 3-4); depois através de testemunhas acima de quaisquer suspeitas: Cefas (Simão Pedro), Tiago e o próprio Paulo; e não somente esses, mas também outros quinhentos irmãos. E, sem dúvida nenhuma, muitos dos nossos leitores, mesmo não O havendo visto com os próprios olhos, têm experimentado que o seu Redentor vive (Jó 19:25).
1 Irmãos, venho lembrar-vos o evangelho que vos anunciei, o qual recebestes e no qual ainda perseverais;
2 por ele também sois salvos, se retiverdes a palavra tal como vo-la preguei, a menos que tenhais crido em vão.
3 Antes de tudo, vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras,
4 e que foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras.
5 E apareceu a Cefas e, depois, aos doze.
6 Depois, foi visto por mais de quinhentos irmãos de uma só vez, dos quais a maioria sobrevive até agora; porém alguns já dormem.
7 Depois, foi visto por Tiago, mais tarde, por todos os apóstolos
8 e, afinal, depois de todos, foi visto também por mim, como por um nascido fora de tempo.
9 Porque eu sou o menor dos apóstolos, que mesmo não sou digno de ser chamado apóstolo, pois persegui a igreja de Deus.
10 Mas, pela graça de Deus, sou o que sou; e a sua graça, que me foi concedida, não se tornou vã; antes, trabalhei muito mais do que todos eles; todavia, não eu, mas a graça de Deus comigo.
11 Portanto, seja eu ou sejam eles, assim pregamos e assim crestes.
12 Ora, se é corrente pregar-se que Cristo ressuscitou dentre os mortos, como, pois, afirmam alguns dentre vós que não há ressurreição de mortos?
13 E, se não há ressurreição de mortos, então, Cristo não ressuscitou.
14 E, se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e vã, a vossa fé;
15 e somos tidos por falsas testemunhas de Deus, porque temos asseverado contra Deus que ele ressuscitou a Cristo, ao qual ele não ressuscitou, se é certo que os mortos não ressuscitam.
16 Porque, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou.
17 E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados.
18 E ainda mais: os que dormiram em Cristo pereceram.
19 Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens.
Ainda havia uma séria questão a resolver: algumas pessoas em Corinto negavam a ressurreição. Paulo prova que é impossível tocar nesta doutrina sem derrubar toda a estrutura da fé cristã. Se a ressurreição não existe, o próprio Jesus não ressuscitou; Sua obra não recebeu a aprovação de Deus; a morte não foi vencida, e nós permanecemos em nossos pecados. Conseqüentemente, o Evangelho não tem sentido algum, e a nossa fé é vã. A vida cristã de renúncia e santificação torna-se um absurdo e, de todos os homens, o crente é o mais digno de pena.
Bendito seja Deus, pois este não é o caso: "O Senhor ressuscitou!" (Lucas 24:34). Confrontados com a importância desta verdade, compreendemos por que Deus tomou tanto cuidado para estabelecê-la. Primeiramente pelas Escrituras (vv. 3-4); depois através de testemunhas acima de quaisquer suspeitas: Cefas (Simão Pedro), Tiago e o próprio Paulo; e não somente esses, mas também outros quinhentos irmãos. E, sem dúvida nenhuma, muitos dos nossos leitores, mesmo não O havendo visto com os próprios olhos, têm experimentado que o seu Redentor vive (Jó 19:25).
sábado, 15 de setiembre de 2012
Lição Bíblica
1 Coríntios 14.20-40
20 Irmãos, não sejais meninos no juízo; na malícia, sim, sede crianças; quanto ao juízo, sede homens amadurecidos.
21 Na lei está escrito: Falarei a este povo por homens de outras línguas e por lábios de outros povos, e nem assim me ouvirão, diz o Senhor.
22 De sorte que as línguas constituem um sinal não para os crentes, mas para os incrédulos; mas a profecia não é para os incrédulos, e sim para os que crêem.
23 Se, pois, toda a igreja se reunir no mesmo lugar, e todos se puserem a falar em outras línguas, no caso de entrarem indoutos ou incrédulos, não dirão, porventura, que estais loucos?
24 Porém, se todos profetizarem, e entrar algum incrédulo ou indouto, é ele por todos convencido e por todos julgado;
25 tornam-se-lhe manifestos os segredos do coração, e, assim, prostrando-se com a face em terra, adorará a Deus, testemunhando que Deus está, de fato, no meio de vós.
26 Que fazer, pois, irmãos? Quando vos reunis, um tem salmo, outro, doutrina, este traz revelação, aquele, outra língua, e ainda outro, interpretação. Seja tudo feito para edificação.
27 No caso de alguém falar em outra língua, que não sejam mais do que dois ou quando muito três, e isto sucessivamente, e haja quem interprete.
28 Mas, não havendo intérprete, fique calado na igreja, falando consigo mesmo e com Deus.
29 Tratando-se de profetas, falem apenas dois ou três, e os outros julguem.
30 Se, porém, vier revelação a outrem que esteja assentado, cale-se o primeiro.
31 Porque todos podereis profetizar, um após outro, para todos aprenderem e serem consolados.
32 Os espíritos dos profetas estão sujeitos aos próprios profetas;
33 porque Deus não é de confusão, e sim de paz. Como em todas as igrejas dos santos,
34 conservem-se as mulheres caladas nas igrejas, porque não lhes é permitido falar; mas estejam submissas como também a lei o determina.
35 Se, porém, querem aprender alguma coisa, interroguem, em casa, a seu próprio marido; porque para a mulher é vergonhoso falar na igreja.
36 Porventura, a palavra de Deus se originou no meio de vós ou veio ela exclusivamente para vós outros?
37 Se alguém se considera profeta ou espiritual, reconheça ser mandamento do Senhor o que vos escrevo.
38 E, se alguém o ignorar, será ignorado.
39 Portanto, meus irmãos, procurai com zelo o dom de profetizar e não proibais o falar em outras línguas.
40 Tudo, porém, seja feito com decência e ordem.
O dom de línguas foi dado para a evangelização, não para a edificação da Igreja. "Edificação" é a palavra-chave deste capítulo, o que deve motivar todas as ações. Será que aquilo que eu me proponho a fazer ou dizer é realmente para o bem dos meus irmãos? (Efésios 4:29). Além disso, se eu realmente tenho em vista o bem dos outros, sempre encontrarei uma bênção para mim mesmo. Se, pelo contrário, eu pensar somente nos meus interesses ou em minha própria glória, tudo se perderá (1 Coríntios 3:15).
Duas outras condições regem a vida da Igreja: a ordem e a decência (v. 40). São as duas margens entre as quais o fluir do Espírito Santo deve estar contido. Elas impõem regras práticas relativas ao bom senso (vv. 26-33) ou à ordem divina (vv. 34-35). O apóstolo não quer que os coríntios sejam ignorantes (12:1). Contudo, se alguém negligencia o aprendizado das coisas relativas à Igreja, pois bem!, que continue ignorante (v. 38). Deus é um Deus de paz (v. 33) e quer que a Igreja, em resposta à Sua própria natureza, seja o lugar ao qual se possam levar os inconversos, e onde estes reconheçam Sua presença (vv. 24-25).
20 Irmãos, não sejais meninos no juízo; na malícia, sim, sede crianças; quanto ao juízo, sede homens amadurecidos.
21 Na lei está escrito: Falarei a este povo por homens de outras línguas e por lábios de outros povos, e nem assim me ouvirão, diz o Senhor.
22 De sorte que as línguas constituem um sinal não para os crentes, mas para os incrédulos; mas a profecia não é para os incrédulos, e sim para os que crêem.
23 Se, pois, toda a igreja se reunir no mesmo lugar, e todos se puserem a falar em outras línguas, no caso de entrarem indoutos ou incrédulos, não dirão, porventura, que estais loucos?
24 Porém, se todos profetizarem, e entrar algum incrédulo ou indouto, é ele por todos convencido e por todos julgado;
25 tornam-se-lhe manifestos os segredos do coração, e, assim, prostrando-se com a face em terra, adorará a Deus, testemunhando que Deus está, de fato, no meio de vós.
26 Que fazer, pois, irmãos? Quando vos reunis, um tem salmo, outro, doutrina, este traz revelação, aquele, outra língua, e ainda outro, interpretação. Seja tudo feito para edificação.
27 No caso de alguém falar em outra língua, que não sejam mais do que dois ou quando muito três, e isto sucessivamente, e haja quem interprete.
28 Mas, não havendo intérprete, fique calado na igreja, falando consigo mesmo e com Deus.
29 Tratando-se de profetas, falem apenas dois ou três, e os outros julguem.
30 Se, porém, vier revelação a outrem que esteja assentado, cale-se o primeiro.
31 Porque todos podereis profetizar, um após outro, para todos aprenderem e serem consolados.
32 Os espíritos dos profetas estão sujeitos aos próprios profetas;
33 porque Deus não é de confusão, e sim de paz. Como em todas as igrejas dos santos,
34 conservem-se as mulheres caladas nas igrejas, porque não lhes é permitido falar; mas estejam submissas como também a lei o determina.
35 Se, porém, querem aprender alguma coisa, interroguem, em casa, a seu próprio marido; porque para a mulher é vergonhoso falar na igreja.
36 Porventura, a palavra de Deus se originou no meio de vós ou veio ela exclusivamente para vós outros?
37 Se alguém se considera profeta ou espiritual, reconheça ser mandamento do Senhor o que vos escrevo.
38 E, se alguém o ignorar, será ignorado.
39 Portanto, meus irmãos, procurai com zelo o dom de profetizar e não proibais o falar em outras línguas.
40 Tudo, porém, seja feito com decência e ordem.
O dom de línguas foi dado para a evangelização, não para a edificação da Igreja. "Edificação" é a palavra-chave deste capítulo, o que deve motivar todas as ações. Será que aquilo que eu me proponho a fazer ou dizer é realmente para o bem dos meus irmãos? (Efésios 4:29). Além disso, se eu realmente tenho em vista o bem dos outros, sempre encontrarei uma bênção para mim mesmo. Se, pelo contrário, eu pensar somente nos meus interesses ou em minha própria glória, tudo se perderá (1 Coríntios 3:15).
Duas outras condições regem a vida da Igreja: a ordem e a decência (v. 40). São as duas margens entre as quais o fluir do Espírito Santo deve estar contido. Elas impõem regras práticas relativas ao bom senso (vv. 26-33) ou à ordem divina (vv. 34-35). O apóstolo não quer que os coríntios sejam ignorantes (12:1). Contudo, se alguém negligencia o aprendizado das coisas relativas à Igreja, pois bem!, que continue ignorante (v. 38). Deus é um Deus de paz (v. 33) e quer que a Igreja, em resposta à Sua própria natureza, seja o lugar ao qual se possam levar os inconversos, e onde estes reconheçam Sua presença (vv. 24-25).
viernes, 14 de setiembre de 2012
Lição Bíblica
1 Coríntios 14.1-19
1 Segui o amor e procurai, com zelo, os dons espirituais, mas principalmente que profetizeis.
2 Pois quem fala em outra língua não fala a homens, senão a Deus, visto que ninguém o entende, e em espírito fala mistérios.
3 Mas o que profetiza fala aos homens, edificando, exortando e consolando.
4 O que fala em outra língua a si mesmo se edifica, mas o que profetiza edifica a igreja.
5 Eu quisera que vós todos falásseis em outras línguas; muito mais, porém, que profetizásseis; pois quem profetiza é superior ao que fala em outras línguas, salvo se as interpretar, para que a igreja receba edificação.
6 Agora, porém, irmãos, se eu for ter convosco falando em outras línguas, em que vos aproveitarei, se vos não falar por meio de revelação, ou de ciência, ou de profecia, ou de doutrina?
7 É assim que instrumentos inanimados, como a flauta ou a cítara, quando emitem sons, se não os derem bem distintos, como se reconhecerá o que se toca na flauta ou cítara?
8 Pois também se a trombeta der som incerto, quem se preparará para a batalha?
9 Assim, vós, se, com a língua, não disserdes palavra compreensível, como se entenderá o que dizeis? Porque estareis como se falásseis ao ar.
10 Há, sem dúvida, muitos tipos de vozes no mundo; nenhum deles, contudo, sem sentido.
11 Se eu, pois, ignorar a significação da voz, serei estrangeiro para aquele que fala; e ele, estrangeiro para mim.
12 Assim, também vós, visto que desejais dons espirituais, procurai progredir, para a edificação da igreja.
13 Pelo que, o que fala em outra língua deve orar para que a possa interpretar.
14 Porque, se eu orar em outra língua, o meu espírito ora de fato, mas a minha mente fica infrutífera.
15 Que farei, pois? Orarei com o espírito, mas também orarei com a mente; cantarei com o espírito, mas também cantarei com a mente.
16 E, se tu bendisseres apenas em espírito, como dirá o indouto o amém depois da tua ação de graças? Visto que não entende o que dizes;
17 porque tu, de fato, dás bem as graças, mas o outro não é edificado.
18 Dou graças a Deus, porque falo em outras línguas mais do que todos vós.
19 Contudo, prefiro falar na igreja cinco palavras com o meu entendimento, para instruir outros, a falar dez mil palavras em outra língua.
Muitos se queixam da fraqueza atual devida à ausência de dons nas igrejas. Mas será que estas pessoas os procuram intensamente como o versículo 1 nos instrui a fazer? O Senhor talvez tenha um dom para dar a você, mas Ele espera que haja um grande desejo em seu coração para recebê-lo. Peça-o... juntamente com a humildade que impedirá que você se vanglorie desse dom que não é para uso próprio, mas "para a edificação da igreja" (v. 12). Os coríntios usavam seus dons simplesmente para a autoglorificação, resultando num caos total. O apóstolo esclarece a questão, mostrando-lhes que o dom do qual mais eles se vangloriavam - o de línguas - na verdade era um dos menos importantes (v. 5). Ao contrário, o dom de profecia era - e permanece até hoje - particularmente desejável, pois "o que profetiza, fala aos homens, edificando, exortando e consolando" (v. 3).
O versículo 15 nos fala que, tanto para orar como para cantar, é necessário usar nossa inteligência. Freqüentemente nos distraímos na presença do Senhor, quando deveríamos pensar bem antes de expressar algo diante de Deus. Meditemos em quão sério é estar diante do Deus Criador de todas as coisas.
1 Segui o amor e procurai, com zelo, os dons espirituais, mas principalmente que profetizeis.
2 Pois quem fala em outra língua não fala a homens, senão a Deus, visto que ninguém o entende, e em espírito fala mistérios.
3 Mas o que profetiza fala aos homens, edificando, exortando e consolando.
4 O que fala em outra língua a si mesmo se edifica, mas o que profetiza edifica a igreja.
5 Eu quisera que vós todos falásseis em outras línguas; muito mais, porém, que profetizásseis; pois quem profetiza é superior ao que fala em outras línguas, salvo se as interpretar, para que a igreja receba edificação.
6 Agora, porém, irmãos, se eu for ter convosco falando em outras línguas, em que vos aproveitarei, se vos não falar por meio de revelação, ou de ciência, ou de profecia, ou de doutrina?
7 É assim que instrumentos inanimados, como a flauta ou a cítara, quando emitem sons, se não os derem bem distintos, como se reconhecerá o que se toca na flauta ou cítara?
8 Pois também se a trombeta der som incerto, quem se preparará para a batalha?
9 Assim, vós, se, com a língua, não disserdes palavra compreensível, como se entenderá o que dizeis? Porque estareis como se falásseis ao ar.
10 Há, sem dúvida, muitos tipos de vozes no mundo; nenhum deles, contudo, sem sentido.
11 Se eu, pois, ignorar a significação da voz, serei estrangeiro para aquele que fala; e ele, estrangeiro para mim.
12 Assim, também vós, visto que desejais dons espirituais, procurai progredir, para a edificação da igreja.
13 Pelo que, o que fala em outra língua deve orar para que a possa interpretar.
14 Porque, se eu orar em outra língua, o meu espírito ora de fato, mas a minha mente fica infrutífera.
15 Que farei, pois? Orarei com o espírito, mas também orarei com a mente; cantarei com o espírito, mas também cantarei com a mente.
16 E, se tu bendisseres apenas em espírito, como dirá o indouto o amém depois da tua ação de graças? Visto que não entende o que dizes;
17 porque tu, de fato, dás bem as graças, mas o outro não é edificado.
18 Dou graças a Deus, porque falo em outras línguas mais do que todos vós.
19 Contudo, prefiro falar na igreja cinco palavras com o meu entendimento, para instruir outros, a falar dez mil palavras em outra língua.
Muitos se queixam da fraqueza atual devida à ausência de dons nas igrejas. Mas será que estas pessoas os procuram intensamente como o versículo 1 nos instrui a fazer? O Senhor talvez tenha um dom para dar a você, mas Ele espera que haja um grande desejo em seu coração para recebê-lo. Peça-o... juntamente com a humildade que impedirá que você se vanglorie desse dom que não é para uso próprio, mas "para a edificação da igreja" (v. 12). Os coríntios usavam seus dons simplesmente para a autoglorificação, resultando num caos total. O apóstolo esclarece a questão, mostrando-lhes que o dom do qual mais eles se vangloriavam - o de línguas - na verdade era um dos menos importantes (v. 5). Ao contrário, o dom de profecia era - e permanece até hoje - particularmente desejável, pois "o que profetiza, fala aos homens, edificando, exortando e consolando" (v. 3).
O versículo 15 nos fala que, tanto para orar como para cantar, é necessário usar nossa inteligência. Freqüentemente nos distraímos na presença do Senhor, quando deveríamos pensar bem antes de expressar algo diante de Deus. Meditemos em quão sério é estar diante do Deus Criador de todas as coisas.
jueves, 13 de setiembre de 2012
Lição Bíblica
1 Coríntios 13.1-13
1 Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine.
2 Ainda que eu tenha o dom de profetizar e conheça todos os mistérios e toda a ciência; ainda que eu tenha tamanha fé, a ponto de transportar montes, se não tiver amor, nada serei.
3 E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres e ainda que entregue o meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me aproveitará.
4 O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece,
5 não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal;
6 não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade;
7 tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
8 O amor jamais acaba; mas, havendo profecias, desaparecerão; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, passará;
9 porque, em parte, conhecemos e, em parte, profetizamos.
10 Quando, porém, vier o que é perfeito, então, o que é em parte será aniquilado.
11 Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, pensava como menino; quando cheguei a ser homem, desisti das coisas próprias de menino.
12 Porque, agora, vemos como em espelho, obscuramente; então, veremos face a face. Agora, conheço em parte; então, conhecerei como também sou conhecido.
13 Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; porém o maior destes é o amor.
Depois dos diferentes membros do corpo de Cristo citados no capítulo 12: pé, mão, orelha, olho; agora é como se o capítulo 13 mencionasse o coração. Sua função é a de dar vida e energia a todos os outros órgãos. Notemos que o amor não é um dom, como os do capítulo 12, mas a força que impulsiona o exercício de todos os dons. Do mesmo modo que um caminho é feito para que se ande por ele, o amor só se conhece verdadeiramente pela experiência. Por essa razão, este maravilhoso capítulo nos dá uma definição de amor; é uma lista - incompleta, mas suficiente para que nos humilhemos profundamente - do que o amor faz e do que o amor não faz. Esse foi o caminho de Cristo neste mundo; e notemos que Seu nome pode substituir a palavra "amor" neste capítulo sem alterar o sentido (1 João 4:7-8).
Nosso conhecimento acerca das coisas invisíveis é parcial, indefinido e precário. Mas logo veremos "cara a cara". Então nosso Salvador - que nos conhece a fundo - nos trará o completo conhecimento de Si mesmo (v. 12; Salmo 139:1), e assim o inabalável amor será perfeito e se verá eternamente satisfeito em nosso coração e no Seu.
1 Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine.
2 Ainda que eu tenha o dom de profetizar e conheça todos os mistérios e toda a ciência; ainda que eu tenha tamanha fé, a ponto de transportar montes, se não tiver amor, nada serei.
3 E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres e ainda que entregue o meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me aproveitará.
4 O amor é paciente, é benigno; o amor não arde em ciúmes, não se ufana, não se ensoberbece,
5 não se conduz inconvenientemente, não procura os seus interesses, não se exaspera, não se ressente do mal;
6 não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade;
7 tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
8 O amor jamais acaba; mas, havendo profecias, desaparecerão; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, passará;
9 porque, em parte, conhecemos e, em parte, profetizamos.
10 Quando, porém, vier o que é perfeito, então, o que é em parte será aniquilado.
11 Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, pensava como menino; quando cheguei a ser homem, desisti das coisas próprias de menino.
12 Porque, agora, vemos como em espelho, obscuramente; então, veremos face a face. Agora, conheço em parte; então, conhecerei como também sou conhecido.
13 Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; porém o maior destes é o amor.
Depois dos diferentes membros do corpo de Cristo citados no capítulo 12: pé, mão, orelha, olho; agora é como se o capítulo 13 mencionasse o coração. Sua função é a de dar vida e energia a todos os outros órgãos. Notemos que o amor não é um dom, como os do capítulo 12, mas a força que impulsiona o exercício de todos os dons. Do mesmo modo que um caminho é feito para que se ande por ele, o amor só se conhece verdadeiramente pela experiência. Por essa razão, este maravilhoso capítulo nos dá uma definição de amor; é uma lista - incompleta, mas suficiente para que nos humilhemos profundamente - do que o amor faz e do que o amor não faz. Esse foi o caminho de Cristo neste mundo; e notemos que Seu nome pode substituir a palavra "amor" neste capítulo sem alterar o sentido (1 João 4:7-8).
Nosso conhecimento acerca das coisas invisíveis é parcial, indefinido e precário. Mas logo veremos "cara a cara". Então nosso Salvador - que nos conhece a fundo - nos trará o completo conhecimento de Si mesmo (v. 12; Salmo 139:1), e assim o inabalável amor será perfeito e se verá eternamente satisfeito em nosso coração e no Seu.
miércoles, 12 de setiembre de 2012
Lição Bíblica
1 Coríntios 12.14-31
14 Porque também o corpo não é um só membro, mas muitos.
15 Se disser o pé: Porque não sou mão, não sou do corpo; nem por isso deixa de ser do corpo.
16 Se o ouvido disser: Porque não sou olho, não sou do corpo; nem por isso deixa de o ser.
17 Se todo o corpo fosse olho, onde estaria o ouvido? Se todo fosse ouvido, onde, o olfato?
18 Mas Deus dispôs os membros, colocando cada um deles no corpo, como lhe aprouve.
19 Se todos, porém, fossem um só membro, onde estaria o corpo?
20 O certo é que há muitos membros, mas um só corpo.
21 Não podem os olhos dizer à mão: Não precisamos de ti; nem ainda a cabeça, aos pés: Não preciso de vós.
22 Pelo contrário, os membros do corpo que parecem ser mais fracos são necessários;
23 e os que nos parecem menos dignos no corpo, a estes damos muito maior honra; também os que em nós não são decorosos revestimos de especial honra.
24 Mas os nossos membros nobres não têm necessidade disso. Contudo, Deus coordenou o corpo, concedendo muito mais honra àquilo que menos tinha,
25 para que não haja divisão no corpo; pelo contrário, cooperem os membros, com igual cuidado, em favor uns dos outros.
26 De maneira que, se um membro sofre, todos sofrem com ele; e, se um deles é honrado, com ele todos se regozijam.
27 Ora, vós sois corpo de Cristo; e, individualmente, membros desse corpo.
28 A uns estabeleceu Deus na igreja, primeiramente, apóstolos; em segundo lugar, profetas; em terceiro lugar, mestres; depois, operadores de milagres; depois, dons de curar, socorros, governos, variedades de línguas.
29 Porventura, são todos apóstolos? Ou, todos profetas? São todos mestres? Ou, operadores de milagres?
30 Têm todos dons de curar? Falam todos em outras línguas? Interpretam-nas todos?
31 Entretanto, procurai, com zelo, os melhores dons. E eu passo a mostrar-vos ainda um caminho sobremodo excelente.
Quando olhamos nosso corpo, ficamos maravilhados! "Graças te dou, visto que por modo assombrosamente maravilhoso me formaste", exclama o rei Davi no Salmo 119:14. Sim, que diversidade e, contudo, que harmonia há neste complexo conjunto de membros e órgãos, no qual até mesmo o menor tem sua função e sua razão de ser! O olho e o dedinho da mão, por exemplo, não podem trocar de lugar. Porém, o segundo permite tirar o grãozinho de poeira que irrita o primeiro. Basta que somente um órgão não funcione adequadamente para que logo o corpo inteiro esteja doente.
Tudo isso tem seu equivalente na Igreja, o corpo de Cristo. "Os membros do corpo que parecem ser mais fracos, são necessários" (v. 22), e cada um deve tomar o cuidado de não menosprezar sua própria função (vv. 15-16), nem a dos demais (v. 21). Uma crente idosa ou enferma poderá manter, através de suas orações ou de uma palavra de sabedoria ou da ajuda financeira, o ministério de um evangelista ou pastor. Assim, pois, que cada um use para os outros o que tem recebido, como bons administradores "da multiforme graça de Deus" (1 Pedro 4:10).
14 Porque também o corpo não é um só membro, mas muitos.
15 Se disser o pé: Porque não sou mão, não sou do corpo; nem por isso deixa de ser do corpo.
16 Se o ouvido disser: Porque não sou olho, não sou do corpo; nem por isso deixa de o ser.
17 Se todo o corpo fosse olho, onde estaria o ouvido? Se todo fosse ouvido, onde, o olfato?
18 Mas Deus dispôs os membros, colocando cada um deles no corpo, como lhe aprouve.
19 Se todos, porém, fossem um só membro, onde estaria o corpo?
20 O certo é que há muitos membros, mas um só corpo.
21 Não podem os olhos dizer à mão: Não precisamos de ti; nem ainda a cabeça, aos pés: Não preciso de vós.
22 Pelo contrário, os membros do corpo que parecem ser mais fracos são necessários;
23 e os que nos parecem menos dignos no corpo, a estes damos muito maior honra; também os que em nós não são decorosos revestimos de especial honra.
24 Mas os nossos membros nobres não têm necessidade disso. Contudo, Deus coordenou o corpo, concedendo muito mais honra àquilo que menos tinha,
25 para que não haja divisão no corpo; pelo contrário, cooperem os membros, com igual cuidado, em favor uns dos outros.
26 De maneira que, se um membro sofre, todos sofrem com ele; e, se um deles é honrado, com ele todos se regozijam.
27 Ora, vós sois corpo de Cristo; e, individualmente, membros desse corpo.
28 A uns estabeleceu Deus na igreja, primeiramente, apóstolos; em segundo lugar, profetas; em terceiro lugar, mestres; depois, operadores de milagres; depois, dons de curar, socorros, governos, variedades de línguas.
29 Porventura, são todos apóstolos? Ou, todos profetas? São todos mestres? Ou, operadores de milagres?
30 Têm todos dons de curar? Falam todos em outras línguas? Interpretam-nas todos?
31 Entretanto, procurai, com zelo, os melhores dons. E eu passo a mostrar-vos ainda um caminho sobremodo excelente.
Quando olhamos nosso corpo, ficamos maravilhados! "Graças te dou, visto que por modo assombrosamente maravilhoso me formaste", exclama o rei Davi no Salmo 119:14. Sim, que diversidade e, contudo, que harmonia há neste complexo conjunto de membros e órgãos, no qual até mesmo o menor tem sua função e sua razão de ser! O olho e o dedinho da mão, por exemplo, não podem trocar de lugar. Porém, o segundo permite tirar o grãozinho de poeira que irrita o primeiro. Basta que somente um órgão não funcione adequadamente para que logo o corpo inteiro esteja doente.
Tudo isso tem seu equivalente na Igreja, o corpo de Cristo. "Os membros do corpo que parecem ser mais fracos, são necessários" (v. 22), e cada um deve tomar o cuidado de não menosprezar sua própria função (vv. 15-16), nem a dos demais (v. 21). Uma crente idosa ou enferma poderá manter, através de suas orações ou de uma palavra de sabedoria ou da ajuda financeira, o ministério de um evangelista ou pastor. Assim, pois, que cada um use para os outros o que tem recebido, como bons administradores "da multiforme graça de Deus" (1 Pedro 4:10).
martes, 11 de setiembre de 2012
Lição Bíblica
1 Coríntios 12.1-13
1 A respeito dos dons espirituais, não quero, irmãos, que sejais ignorantes.
2 Sabeis que, outrora, quando éreis gentios, deixáveis conduzir-vos aos ídolos mudos, segundo éreis guiados.
3 Por isso, vos faço compreender que ninguém que fala pelo Espírito de Deus afirma: Anátema, Jesus! Por outro lado, ninguém pode dizer: Senhor Jesus!, senão pelo Espírito Santo.
4 Ora, os dons são diversos, mas o Espírito é o mesmo.
5 E também há diversidade nos serviços, mas o Senhor é o mesmo.
6 E há diversidade nas realizações, mas o mesmo Deus é quem opera tudo em todos.
7 A manifestação do Espírito é concedida a cada um visando a um fim proveitoso.
8 Porque a um é dada, mediante o Espírito, a palavra da sabedoria; e a outro, segundo o mesmo Espírito, a palavra do conhecimento;
9 a outro, no mesmo Espírito, a fé; e a outro, no mesmo Espírito, dons de curar;
10 a outro, operações de milagres; a outro, profecia; a outro, discernimento de espíritos; a um, variedade de línguas; e a outro, capacidade para interpretá-las.
11 Mas um só e o mesmo Espírito realiza todas estas coisas, distribuindo-as, como lhe apraz, a cada um, individualmente.
12 Porque, assim como o corpo é um e tem muitos membros, e todos os membros, sendo muitos, constituem um só corpo, assim também com respeito a Cristo.
13 Pois, em um só Espírito, todos nós fomos batizados em um corpo, quer judeus, quer gregos, quer escravos, quer livres. E a todos nós foi dado beber de um só Espírito.
Ao falar nas reuniões da igreja, o apóstolo deu prioridade à celebração da ceia (11:20-34). Somente depois é que ele trata dos dons e ministérios visando a edificação. Não esqueçamos que a reunião de adoração é a mais importante de todas as nossas reuniões.
Paulo relembra a esses antigos idólatras que eles foram outrora enganados por espíritos satânicos (v. 2). Que diferença! Agora é o Espírito de Deus que os dirige, agindo neles "como lhe apraz", através dos dons que Ele lhes dá (v. 11). O apóstolo enumera esses dons, enfatizando que eles são dados "visando a um fim proveitoso" (v. 7). E, para ilustrar a unidade da igreja e a diversidade de ministérios, Paulo toma o exemplo do corpo humano: mesmo sendo composto de muitos membros e órgãos - nenhum dos quais pode funcionar sem os demais -, constitui um único organismo dirigido por uma única vontade: a que a cabeça transmite a cada membro. Assim é o corpo de Cristo. Ainda que formado por muitos membros (todos os crentes que existem), é governado por um só Espírito para acatar a uma só vontade: a do Senhor, que é o Cabeça (Efésios 4:15-16). Não devemos, pois, escolher nossa atividade nem o lugar onde vamos exercê-la (v. 11), uma vez que "Deus dispôs os membros, colocando cada um deles no corpo, como lhe aprouve" (v. 18).
1 A respeito dos dons espirituais, não quero, irmãos, que sejais ignorantes.
2 Sabeis que, outrora, quando éreis gentios, deixáveis conduzir-vos aos ídolos mudos, segundo éreis guiados.
3 Por isso, vos faço compreender que ninguém que fala pelo Espírito de Deus afirma: Anátema, Jesus! Por outro lado, ninguém pode dizer: Senhor Jesus!, senão pelo Espírito Santo.
4 Ora, os dons são diversos, mas o Espírito é o mesmo.
5 E também há diversidade nos serviços, mas o Senhor é o mesmo.
6 E há diversidade nas realizações, mas o mesmo Deus é quem opera tudo em todos.
7 A manifestação do Espírito é concedida a cada um visando a um fim proveitoso.
8 Porque a um é dada, mediante o Espírito, a palavra da sabedoria; e a outro, segundo o mesmo Espírito, a palavra do conhecimento;
9 a outro, no mesmo Espírito, a fé; e a outro, no mesmo Espírito, dons de curar;
10 a outro, operações de milagres; a outro, profecia; a outro, discernimento de espíritos; a um, variedade de línguas; e a outro, capacidade para interpretá-las.
11 Mas um só e o mesmo Espírito realiza todas estas coisas, distribuindo-as, como lhe apraz, a cada um, individualmente.
12 Porque, assim como o corpo é um e tem muitos membros, e todos os membros, sendo muitos, constituem um só corpo, assim também com respeito a Cristo.
13 Pois, em um só Espírito, todos nós fomos batizados em um corpo, quer judeus, quer gregos, quer escravos, quer livres. E a todos nós foi dado beber de um só Espírito.
Ao falar nas reuniões da igreja, o apóstolo deu prioridade à celebração da ceia (11:20-34). Somente depois é que ele trata dos dons e ministérios visando a edificação. Não esqueçamos que a reunião de adoração é a mais importante de todas as nossas reuniões.
Paulo relembra a esses antigos idólatras que eles foram outrora enganados por espíritos satânicos (v. 2). Que diferença! Agora é o Espírito de Deus que os dirige, agindo neles "como lhe apraz", através dos dons que Ele lhes dá (v. 11). O apóstolo enumera esses dons, enfatizando que eles são dados "visando a um fim proveitoso" (v. 7). E, para ilustrar a unidade da igreja e a diversidade de ministérios, Paulo toma o exemplo do corpo humano: mesmo sendo composto de muitos membros e órgãos - nenhum dos quais pode funcionar sem os demais -, constitui um único organismo dirigido por uma única vontade: a que a cabeça transmite a cada membro. Assim é o corpo de Cristo. Ainda que formado por muitos membros (todos os crentes que existem), é governado por um só Espírito para acatar a uma só vontade: a do Senhor, que é o Cabeça (Efésios 4:15-16). Não devemos, pois, escolher nossa atividade nem o lugar onde vamos exercê-la (v. 11), uma vez que "Deus dispôs os membros, colocando cada um deles no corpo, como lhe aprouve" (v. 18).
lunes, 10 de setiembre de 2012
Lição Bíblica
1 Coríntios 11.17-34
17 Nisto, porém, que vos prescrevo, não vos louvo, porquanto vos ajuntais não para melhor, e sim para pior.
18 Porque, antes de tudo, estou informado haver divisões entre vós quando vos reunis na igreja; e eu, em parte, o creio.
19 Porque até mesmo importa que haja partidos entre vós, para que também os aprovados se tornem conhecidos em vosso meio.
20 Quando, pois, vos reunis no mesmo lugar, não é a ceia do Senhor que comeis.
21 Porque, ao comerdes, cada um toma, antecipadamente, a sua própria ceia; e há quem tenha fome, ao passo que há também quem se embriague.
22 Não tendes, porventura, casas onde comer e beber? Ou menosprezais a igreja de Deus e envergonhais os que nada têm? Que vos direi? Louvar-vos-ei? Nisto, certamente, não vos louvo.
23 Porque eu recebi do Senhor o que também vos entreguei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão;
24 e, tendo dado graças, o partiu e disse: Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim.
25 Por semelhante modo, depois de haver ceado, tomou também o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliança no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que o beberdes, em memória de mim.
26 Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha.
27 Por isso, aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor, indignamente, será réu do corpo e do sangue do Senhor.
28 Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e, assim, coma do pão, e beba do cálice;
29 pois quem come e bebe sem discernir o corpo, come e bebe juízo para si.
30 Eis a razão por que há entre vós muitos fracos e doentes e não poucos que dormem.
31 Porque, se nos julgássemos a nós mesmos, não seríamos julgados.
32 Mas, quando julgados, somos disciplinados pelo Senhor, para não sermos condenados com o mundo.
33 Assim, pois, irmãos meus, quando vos reunis para comer, esperai uns pelos outros.
34 Se alguém tem fome, coma em casa, a fim de não vos reunirdes para juízo. Quanto às demais coisas, eu as ordenarei quando for ter convosco.
Havia divisões entre os irmãos em Corinto, e isso se refletia nas reuniões. Os ricos deixavam os pobres envergonhados e provocavam sua inveja. E mais sério ainda: a ceia estava sendo confundida com o ágape (uma ceia de confraternização feita em conjunto na Igreja) e tomada indignamente por muitos. O apóstolo vale-se desta situação para recordar-lhes uma verdade que o Senhor lhe tinha revelado especialmente. A ceia do Senhor é uma santa recordação de Cristo, que se entregou por nós. É uma ceia memorial, que certamente fala ao coração de cada participante, mas também proclama a todos no mundo um fato de essencial importância: Aquele que é Senhor teve de morrer. E nós somos conclamados a anunciar esta morte do Senhor até o Seu retorno. Devemos fazê-lo tal como fomos instruídos, mediante essa linguagem tão nobre e ao mesmo tempo tão simples.
Por fim, esse memorial também fala à consciência do crente, pois a morte de Cristo significa a condenação do pecado. Tomar a ceia sem antes julgar a nós mesmos nos expõe aos efeitos dessa condenação (ainda que somente durante nossa vida neste mundo). Isso explicava a fraqueza de muitas pessoas em Corinto (e talvez entre nós), as doenças e a morte que alcançaram alguns (v. 30). Mas o temor não deve manter-nos afastados da ceia (v. 28). Antes, esse temor deve e pode associar-se a um ardente amor para com Aquele que disse: "Fazei isto em memória de mim" (vv. 24-25).
17 Nisto, porém, que vos prescrevo, não vos louvo, porquanto vos ajuntais não para melhor, e sim para pior.
18 Porque, antes de tudo, estou informado haver divisões entre vós quando vos reunis na igreja; e eu, em parte, o creio.
19 Porque até mesmo importa que haja partidos entre vós, para que também os aprovados se tornem conhecidos em vosso meio.
20 Quando, pois, vos reunis no mesmo lugar, não é a ceia do Senhor que comeis.
21 Porque, ao comerdes, cada um toma, antecipadamente, a sua própria ceia; e há quem tenha fome, ao passo que há também quem se embriague.
22 Não tendes, porventura, casas onde comer e beber? Ou menosprezais a igreja de Deus e envergonhais os que nada têm? Que vos direi? Louvar-vos-ei? Nisto, certamente, não vos louvo.
23 Porque eu recebi do Senhor o que também vos entreguei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão;
24 e, tendo dado graças, o partiu e disse: Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim.
25 Por semelhante modo, depois de haver ceado, tomou também o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliança no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que o beberdes, em memória de mim.
26 Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha.
27 Por isso, aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor, indignamente, será réu do corpo e do sangue do Senhor.
28 Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e, assim, coma do pão, e beba do cálice;
29 pois quem come e bebe sem discernir o corpo, come e bebe juízo para si.
30 Eis a razão por que há entre vós muitos fracos e doentes e não poucos que dormem.
31 Porque, se nos julgássemos a nós mesmos, não seríamos julgados.
32 Mas, quando julgados, somos disciplinados pelo Senhor, para não sermos condenados com o mundo.
33 Assim, pois, irmãos meus, quando vos reunis para comer, esperai uns pelos outros.
34 Se alguém tem fome, coma em casa, a fim de não vos reunirdes para juízo. Quanto às demais coisas, eu as ordenarei quando for ter convosco.
Havia divisões entre os irmãos em Corinto, e isso se refletia nas reuniões. Os ricos deixavam os pobres envergonhados e provocavam sua inveja. E mais sério ainda: a ceia estava sendo confundida com o ágape (uma ceia de confraternização feita em conjunto na Igreja) e tomada indignamente por muitos. O apóstolo vale-se desta situação para recordar-lhes uma verdade que o Senhor lhe tinha revelado especialmente. A ceia do Senhor é uma santa recordação de Cristo, que se entregou por nós. É uma ceia memorial, que certamente fala ao coração de cada participante, mas também proclama a todos no mundo um fato de essencial importância: Aquele que é Senhor teve de morrer. E nós somos conclamados a anunciar esta morte do Senhor até o Seu retorno. Devemos fazê-lo tal como fomos instruídos, mediante essa linguagem tão nobre e ao mesmo tempo tão simples.
Por fim, esse memorial também fala à consciência do crente, pois a morte de Cristo significa a condenação do pecado. Tomar a ceia sem antes julgar a nós mesmos nos expõe aos efeitos dessa condenação (ainda que somente durante nossa vida neste mundo). Isso explicava a fraqueza de muitas pessoas em Corinto (e talvez entre nós), as doenças e a morte que alcançaram alguns (v. 30). Mas o temor não deve manter-nos afastados da ceia (v. 28). Antes, esse temor deve e pode associar-se a um ardente amor para com Aquele que disse: "Fazei isto em memória de mim" (vv. 24-25).
domingo, 9 de setiembre de 2012
Lição Bíblica
1 Coríntios 11.2-16
2 De fato, eu vos louvo porque, em tudo, vos lembrais de mim e retendes as tradições assim como vo-las entreguei.
3 Quero, entretanto, que saibais ser Cristo o cabeça de todo homem, e o homem, o cabeça da mulher, e Deus, o cabeça de Cristo.
4 Todo homem que ora ou profetiza, tendo a cabeça coberta, desonra a sua própria cabeça.
5 Toda mulher, porém, que ora ou profetiza com a cabeça sem véu desonra a sua própria cabeça, porque é como se a tivesse rapada.
6 Portanto, se a mulher não usa véu, nesse caso, que rape o cabelo. Mas, se lhe é vergonhoso o tosquiar-se ou rapar-se, cumpre-lhe usar véu.
7 Porque, na verdade, o homem não deve cobrir a cabeça, por ser ele imagem e glória de Deus, mas a mulher é glória do homem.
8 Porque o homem não foi feito da mulher, e sim a mulher, do homem.
9 Porque também o homem não foi criado por causa da mulher, e sim a mulher, por causa do homem.
10 Portanto, deve a mulher, por causa dos anjos, trazer véu na cabeça, como sinal de autoridade.
11 No Senhor, todavia, nem a mulher é independente do homem, nem o homem, independente da mulher.
12 Porque, como provém a mulher do homem, assim também o homem é nascido da mulher; e tudo vem de Deus.
13 Julgai entre vós mesmos: é próprio que a mulher ore a Deus sem trazer o véu?
14 Ou não vos ensina a própria natureza ser desonroso para o homem usar cabelo comprido?
15 E que, tratando-se da mulher, é para ela uma glória? Pois o cabelo lhe foi dado em lugar de mantilha.
16 Contudo, se alguém quer ser contencioso, saiba que nós não temos tal costume, nem as igrejas de Deus.
Poucas porções da Bíblia foram objeto de tantas desavenças quanto os ensinamentos deste capítulo (v. 16). Porque o apóstolo - ou melhor, o Espírito Santo - trata de questões que aparentam ser de tão pouca importância como a instrução para que a mulher use cabelos longos ou não ore sem uma cobertura sobre cabeça?
Primeiro convém lembrar que o nosso cristianismo não consiste em alguns atos notáveis realizados ocasionalmente, mas em um conjunto de detalhes que constituem a nossa vida diária (Lucas 16:10). Por outro lado, Deus é soberano e não está obrigado a nos dar razões de tudo o que nos pede em Sua Palavra. Obedecer sem discutir, esta é a única e verdadeira obediência. Assim, podemos dizer que essas instruções se constituem num tipo de teste para cada moça ou mulher cristã. É como se o Senhor perguntasse: "Você faria isso por Mim? Você me ama o suficiente para expor a sua obediência e a sua sujeição mediante este sinal exterior, ou você dá preferência à moda ou à conveniência?".
Por fim, ainda há uma solene realidade que não deve ser esquecida: o mundo invisível dos anjos observa de que maneira os crentes respondem aos pensamentos de Deus (v. 10). O que eles têm visto em nossa vida?
2 De fato, eu vos louvo porque, em tudo, vos lembrais de mim e retendes as tradições assim como vo-las entreguei.
3 Quero, entretanto, que saibais ser Cristo o cabeça de todo homem, e o homem, o cabeça da mulher, e Deus, o cabeça de Cristo.
4 Todo homem que ora ou profetiza, tendo a cabeça coberta, desonra a sua própria cabeça.
5 Toda mulher, porém, que ora ou profetiza com a cabeça sem véu desonra a sua própria cabeça, porque é como se a tivesse rapada.
6 Portanto, se a mulher não usa véu, nesse caso, que rape o cabelo. Mas, se lhe é vergonhoso o tosquiar-se ou rapar-se, cumpre-lhe usar véu.
7 Porque, na verdade, o homem não deve cobrir a cabeça, por ser ele imagem e glória de Deus, mas a mulher é glória do homem.
8 Porque o homem não foi feito da mulher, e sim a mulher, do homem.
9 Porque também o homem não foi criado por causa da mulher, e sim a mulher, por causa do homem.
10 Portanto, deve a mulher, por causa dos anjos, trazer véu na cabeça, como sinal de autoridade.
11 No Senhor, todavia, nem a mulher é independente do homem, nem o homem, independente da mulher.
12 Porque, como provém a mulher do homem, assim também o homem é nascido da mulher; e tudo vem de Deus.
13 Julgai entre vós mesmos: é próprio que a mulher ore a Deus sem trazer o véu?
14 Ou não vos ensina a própria natureza ser desonroso para o homem usar cabelo comprido?
15 E que, tratando-se da mulher, é para ela uma glória? Pois o cabelo lhe foi dado em lugar de mantilha.
16 Contudo, se alguém quer ser contencioso, saiba que nós não temos tal costume, nem as igrejas de Deus.
Poucas porções da Bíblia foram objeto de tantas desavenças quanto os ensinamentos deste capítulo (v. 16). Porque o apóstolo - ou melhor, o Espírito Santo - trata de questões que aparentam ser de tão pouca importância como a instrução para que a mulher use cabelos longos ou não ore sem uma cobertura sobre cabeça?
Primeiro convém lembrar que o nosso cristianismo não consiste em alguns atos notáveis realizados ocasionalmente, mas em um conjunto de detalhes que constituem a nossa vida diária (Lucas 16:10). Por outro lado, Deus é soberano e não está obrigado a nos dar razões de tudo o que nos pede em Sua Palavra. Obedecer sem discutir, esta é a única e verdadeira obediência. Assim, podemos dizer que essas instruções se constituem num tipo de teste para cada moça ou mulher cristã. É como se o Senhor perguntasse: "Você faria isso por Mim? Você me ama o suficiente para expor a sua obediência e a sua sujeição mediante este sinal exterior, ou você dá preferência à moda ou à conveniência?".
Por fim, ainda há uma solene realidade que não deve ser esquecida: o mundo invisível dos anjos observa de que maneira os crentes respondem aos pensamentos de Deus (v. 10). O que eles têm visto em nossa vida?
sábado, 8 de setiembre de 2012
Lição Bíblica
1 Coríntios 10.14-33
14 Portanto, meus amados, fugi da idolatria.
15 Falo como a criteriosos; julgai vós mesmos o que digo.
16 Porventura, o cálice da bênção que abençoamos não é a comunhão do sangue de Cristo? O pão que partimos não é a comunhão do corpo de Cristo?
17 Porque nós, embora muitos, somos unicamente um pão, um só corpo; porque todos participamos do único pão.
18 Considerai o Israel segundo a carne; não é certo que aqueles que se alimentam dos sacrifícios são participantes do altar?
19 Que digo, pois? Que o sacrificado ao ídolo é alguma coisa? Ou que o próprio ídolo tem algum valor?
20 Antes, digo que as coisas que eles sacrificam, é a demônios que as sacrificam e não a Deus; e eu não quero que vos torneis associados aos demônios.
21 Não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios; não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demônios.
22 Ou provocaremos zelos no Senhor? Somos, acaso, mais fortes do que ele?
23 Todas as coisas são lícitas, mas nem todas convêm; todas são lícitas, mas nem todas edificam.
24 Ninguém busque o seu próprio interesse, e sim o de outrem.
25 Comei de tudo o que se vende no mercado, sem nada perguntardes por motivo de consciência;
26 porque do Senhor é a terra e a sua plenitude.
27 Se algum dentre os incrédulos vos convidar, e quiserdes ir, comei de tudo o que for posto diante de vós, sem nada perguntardes por motivo de consciência.
28 Porém, se alguém vos disser: Isto é coisa sacrificada a ídolo, não comais, por causa daquele que vos advertiu e por causa da consciência;
29 consciência, digo, não a tua propriamente, mas a do outro. Pois por que há de ser julgada a minha liberdade pela consciência alheia?
30 Se eu participo com ações de graças, por que hei de ser vituperado por causa daquilo por que dou graças?
31 Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus.
32 Não vos torneis causa de tropeço nem para judeus, nem para gentios, nem tampouco para a igreja de Deus,
33 assim como também eu procuro, em tudo, ser agradável a todos, não buscando o meu próprio interesse, mas o de muitos, para que sejam salvos.
1 Coríntios 11.1
1 Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo.
A bendita porção do crente é a comunhão com Deus . Esta exclui qualquer envolvimento com a idolatria, até mesmo em suas formas mais sutis. A comunhão se expressa de um modo especial na "Mesa do Senhor". Em princípio, todos os que participam do cálice e do pão são redimidos do Senhor; mas nem todos os redimidos estão ali. Contudo, pela fé, vemos todos os crentes representados no "único pão", um sinal visível da existência de "um só corpo". Esse emblema simboliza a unidade da Igreja que o mundo religioso pretende construir, sendo que ela já existe!
Se não busco meus próprios interesses, quanto tempo terei disponível para me dedicar aos interesses dos! outros (O interesse de Jesus Cristo consiste neles também; Filipenses 2:21.) Mas buscar o interesse dos outros não significa apenas almejar o bem-estar deles; é, outrossim, considerar a consciência deles. Isso implica fazer certas coisas e abster-se de outras por amor a eles. É algo que sempre me levará a questionar: "Tenho liberdade de render graças nessa circunstância?"; "O que faço neste momento, mesmo que seja comer ou beber, é para a glória de Deus?" (leia o versículo 31 em contraste com o versículo 7).
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